domingo, 17 de abril de 2011

Festa da fazenda chegando

Com a festa da Gaby chegando estamos também começando a correr um pouco mais com os preparativos. Na verdade nem temos muito mais o que fazer, já está praticamente tudo encaminhado. Nossas metas e planos estão seguindo corretamente. Vamos fazer um check list para não perder nada pelo caminho:
  • convites; já estão prontos, colocados nos envelopes endereçados a cada um e etiquetados.
  • cardápio;
  • lembrancinhas da festa;
  • sacolinhas surpresa;
  • bichos da sacola surpresa;
  • tags para cachepot;
  • tags para pirulitos de chocolate;
  • tags para cupcakes;
  • bichos de feltro;
  • rótulos para personalizados;
  • compras dos descartáveis;
  • juta para a mesa do bolo;
  • bexigas para decoração;
  • fitilhos;
  • ingredientes para comidas e doces;
  • tags para lembrancinhas;
Bom, a grande maioria das coisas já estão prontas e hoje fomos até a chácara para ver como ficaria mais ou menos a decoração no dia. As cerquinhas que vão ser usadas no chão como apoio dos bichos de feltro já estão feitas e já colocamos onde queremos, as latas de leite (enormes) já estão lá facinho para serem usadas e já demos uma boa olhada em como iremos posicionar os itens que já temos e mais os outros ainda que vamos conseguir trazer de MG.
No teto acima da mesa quero colocar as bexigas assim:

 Vamos fazer um painel atrás do bolo com o nome da Gaby em um varal mais ou menos nesse estilo:


E junto ao varal ficarão os móbiles de galinhas, tipo essa imagem aqui:

 São todas idéias que peguei em pesquisas na net e não vou saber o nome das fontes, então se alguém for dono desculpa aí, mas farei parecido e não igual... porque ninguém consegue copiar nada tão fielmente.
Não vamos fazer painel atrás do bolo porque achei que o do ano passado chamou mais atenção do que as pessoas que iam tirar fotos com a Gaby. Ele ficou lindo demais mas acho que intenção não é ele ser o centro das atenções e sim a aniversariante, então esse ano decidi que não vai ter. E também não vai ter uma eternidade de bexigas, gastamos uma grana lascada na primeira festa e tudo foi estourado logo que ela terminou, então acho bobeira. Vamos colocar só no teto mesmo e nas mesas dos convidados dentro do cachepot com balas de coco.
Os personalizados eu tinha feito um modelo e depois comecei a ver outras idéias (e como sou influenciável..rs.rsrsrs) acabei mudando todos!!! Isso mesmo, refiz todas as artes, mas até que peguei o jeito do programa e andei dando umas cortadas de caminho e fiz rapidinho tudo. E ainda tem o cardápio que estou montando e não sei ainda se está pronto ou não... estou vendo.
Vão ser assim:











quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brincadeiras com filhos - importância


Ontem na escola durante a roda de conversa percebi (novamente) que os alunos só falavam sobre o que os pais tinha comprado ou iam comprar. Isso é uma coisa que me incomoda um tanto bom, pois não é a quantidade de presentes que eu dou para meu filho que mostra o quanto eu me importo com ele e sim a qualidade do tempo que eu posso passar com ele. 
Sei que a maioria dos pais de hoje em dia trabalham fora ou tem que cuidar da casa, mas acredito que sempre podemos dar um jeitinho de ter um tempo para brincar com nossos filhos. E falo isso de experiência própria. Eu trabalho fora, cuido da casa e dou conta de brincar com a Gaby. Sim... quando ela quer eu paro tudo o que estou fazendo e fico brincando com ela, mas isso nem sempre é necessário, ela já compreende que a mamãe está ocupada limpando a casa e ela fica perto de mim brincando de me ajudar enquanto eu termino o que estou fazendo. Geralmente quando estamos no quintal ela vai brincando com os cachorros, com bola, com suas bonecas ou até vai me ajudando a estender roupas (vai me dando as peças). E quando eu termino procuro ficar o máximo que posso com ela. 
Durante a conversa com meus alunos falei da importancia de brincar junto com os pais, irmãos ou avós. Fiquei muito surpresa em saber que somente 3 crianças brincavam com seus pais. Em uma sala de 20 alunos isso é muito pouco. Poxa, parar um tempinho para brincar com os filhos não é nada custoso para ninguém, mas infelizmente não é a visão da maioria da população. É mais fácil deixar o filho vendo tv do que ficar junto com ele. Dá menos trabalho... mas aí quando forem ver ele já cresceu e não vai mais querer brincar junto e aí vão ver o quanto perderam por não ter ficado junto com eles.
Meu pai é um exemplo claro disso. Quando a gente era criança ele não tinha tempo para brincar com a gente, na verdade nem lembro dele brincando... mas ele sempre nos comprava presentes e algumas vezes até caros, para compensar sua ausência e posso dizer de carteirinha que não compensava... hoje em dia consigo ver isso. Mas hoje com a Gaby ele pára tudo o que está fazendo para ficar brincando com ela. Fica um tempão com ela na sala da casa dele brincando com a pequena, quando vem aqui também vai brincar com ela no quarto de brinquedos, me ajudar a dar comida, coisas que ele não fazia com a gente porque tinha que trabalhar e queria suprir a falta de brinquedos e bens materiais da infancia dele na gente. Acho que por eu ter tido uma infancia com muitos brinquedos e ter brincado muito enquanto criança, consigo ver a importancia disso tudo na educação da Gaby e também dos meus alunos.
Estava até pensando em pesquisar algum material que fale sobre a importancia dos pais brincarem junto a seus filhos e passar na próxima reunião mas não sei ainda... os pais podem interpretar como invasão da vida deles e acabarem me olhando com outros olhos, então ainda estou pensando no assunto.
Outra coisa que eu vejo muito: as crianças simplesmente não sabem brincar sozinhas, criar suas brincadeiras. Não sabem mais brincar de amarelinha, pular corda então parece coisa de atleta, correr para brincar de pega-pega é uma loucura, somente gritos!!! Isso é uma  coisa que estou tentando desenvolver na escola durante o ano, o resgate das brincadeiras populares e simples, sem necessidade de material incrementado ou coisas do tipo. Eles não sabem mais usar o corpo para nada. Quando eu era criança adorava ficar pendurada nas árvores da chácara, correr para brincar de pega-pega, morto vivo, duro ou mole, esconde-esconde, mãe da rua e tantas outras brincadeiras que a gente fazia. Até para brincar de casinha era preciso pouca coisa, uns potes e copos de plástico e pronto, estava tudo ali na nossa mão para brincar. Hoje infelizmente isso se perdeu, talvez por conta das crianças não poderem mais brincar nas ruas ou em parques e praças por conta da violência, ou pela facilidade que o video-game e a tv trazem aos pais. É só ligar na tomada e pronto... sem esforço nem nada. Mas as crianças perdem muito com isso. Perdem em seu desenvolvimento motor e cognitivo. 
E enquanto eu estava escrevendo esse post e dando uma lida na net encontrei este texto que achei muito bom, direto e simples:

Brincar pode parecer um ato simples e sem qualquer importância para uma criança. Na verdade, muitos adultos pensam que as brincadeiras de criança são apena isso: brincadeiras.
Mas não é bem assim, quando as crianças brincam exercitam o cérebro e o corpo de forma a aumentar a interação e melhorar as respostas entre esses elementos. É com as brincadeiras que as crianças aprendem a pensar, a interpretar o mundo que as cerca e a interagir com ele. É nas brincadeiras que aprendemos a nos inserir na sociedade e nos grupos estruturados que a compõe.
Brincar, além de proporcionar prazer para as crianças, acalma e ensina como partilhar, tolerar, compreender e se comportar diante de outros seres humanos. Aprendendo novas brincadeiras e aumentando suas potencialidades, formando conexões neurais que serão de extrema importância em seu desenvolvimento mental futuro. O ato de brincar é uma chance que a criança tem de experimentar uma noção da realidade num ambiente mais ou menos controlado e seguro. Ao brincar de casinha, bonecas e outras coisas ligadas à família e ao lar, por exemplo, as meninas podem experimentar o que é ser mãe e cuidar de sua própria prole. Sem que, nesse processo, ela esteja sujeita as enormes pressões sociais e financeiras que a prática real impõe.
Outro aspecto importante nas atividades recreativas e no próprio brincar; é que a criança faz por puro prazer e sem a menor necessidade de recompensas, medos ligados a castigos e acaba compreendendo o que é o sentimento de estar fazendo algo sem que tenha qualquer objetivo prático a não ser o de ficar ocupada. É justamente durante as brincadeiras que as crianças descobrem suas vocações e talentos e acabam determinando em que tipo de adultos se transformarão. Os pais que adoram reprimir as brincadeiras de seus filhos devem ter em mente que estarão tolhendo a sua capacidade criativa e a sua espontaneidade talvez por toda a vida futura. Transformando-os em adultos tristes, frustrados e socialmente reprimidos. É brincando que a criança começa a despertar para o sentido da vida e percebe que há todo um universo em seu “eu” interior.
É lógico que as brincadeiras e os brinquedos devem sempre ser adequados para as crianças e terem em consideração as suas idades e seus desenvolvimentos cerebrais - o ideal é escolher jogos adequados para cada idade. A supervisão sadia, por parte dos pais ou responsáveis, deve ser aplicada e oferecida sempre que solicitada. Limites devem ser propostos e mantidos mediante um diálogo aberto e franco (dentro das capacidades de entendimento das crianças). Tudo isso contribuirá para um adulto mais feliz, mais centrado e mais capaz de sobreviver com sucesso numa sociedade competitiva como a nossa.
As brincadeiras e os jogos estimulam a criatividade e fomentam a participação da criança em grupos de amigos. Isso lhes conferirá a capacidade de entender o comportamento de outros indivíduos e de corresponder a eles dentro dos padrões sociais em que vivemos. As cores, os sons, a movimentação e a profundidade intelectual dos jogos (mesmo que não sejam percebidos de pronto) sempre serão a mola propulsora do desenvolvimento mental e físico do ser humano. Isso é comprovado por inúmeros estudos que atestam o fato de que crianças impedidas de brincar possuem um desenvolvimento motor, psíquico e social inferior ao das crianças que brincam normal e regularmente. (tirado do site: http://www.artigonal.com/casa-e-familia-artigos/brincar-e-importante-saiba-a-importancia-das-brincadeiras-1121411.html).

Mas aqui em casa vai continuar valendo isso. Brincar junto com a Gaby sempre que a gente puder e enquanto ela quiser nossa companhia para suas brincadeiras.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Conhecendo nossa cidade - Suzano

Nossa postagem sobre a maternidade real nos rendeu algumas visitas e comentários. Agradeço a todas que vieram aqui ler e saber um pouquinho sobre nossa realidade. Também li praticamente todos os posts sobre a maternidade real mas não consegui comentar em muitos porque a internet aqui anda ruim e lerda que só ela e com os preparativos da festa da pequena quase não tem sobrado tempo para muita coisa.
Também tenho tentado rever algumas atitudes minhas que estou percebendo que não estão sendo legais. Percebi que tenho ficado tempo demais mexendo no computador e algumas vezes tenho deixado a Gaby vendo tv enquanto faço isso... e fiquei com dor no coração esses dias quando ela veio no escritório e ficou me pedindo para levantar e ficar com ela na sala. Agora estou tentando me policiar mais e ficar mais tempo com ela do que ficar mexendo no computador ou cuidando da casa.
São coisas que eu tenho que mudar para o bem de nós mesmas e para que o desenvolvimento dela continue sendo bom e proveitoso como foi até agora.
Depois de tantos anos morando aqui e sem conhecer quase nada da nossa cidade, ontem resolvemos dar uma volta em um Templo Budista que temos por aqui. É um lugar tão perto de nossa casa e tão bonito, que é até uma vergonha a gente ter ficado tanto tempo sem ter ido lá.
Achei o lugar lindo e de uma calma tremenda. Não sei se por eu estar praticando yoga e estar tentando colocar em prática muitos dos ensinamentos do professor, mas me senti muito em paz naquela atmosfera toda. Sei que não tem muita relação o yoga com o Japão, mas a paz trazida pelo lugar é a mesma que eu sinto após as práticas. 
Gaby adorou passear por lá. Não tinha quase ninguém e como é um templo o silêncio impera por lá. Dava para ouvir os galos cantando ao fundo e a Gaby cismou que queria ver as galinhas... rsrsrs. Temos que achar logo um hotel fazenda bem legal para levar nossa pequena, para ela curtir mesmo as coisas da fazenda que ela tanto gosta. 








































Depois de nosso passeio ainda fomos almoçar na casa dos meus pais e voltamos rapidinho porque armou a maior chuva e nós tinhamos deixado a casa aberta (como sempre). 
E papai terminou seu imenso projeto e agora está tendo mais tempo para ficar com a gente!!! Gaby está adorando poder ficar mais tempo juntinho dele e eu também, é claro. 
Semana que vem estamos pensando em levar nossa pequena ao circo. Ainda vamos ver se vai dar certo.