Em mais umas voltas dadas pelo blogs que acompanho, vi no blog do Mundo do Pedro, um manifesto pela valorização da maternidade... sim... hoje em dia muitas mães simplesmente colocam filhos no mundo e deixam que ele o crie, não ligam para o que acontece com as crianças e delegam suas funções para outras pessoas. Convivo com isso em meu dia-a-dia, pois na escola vemos isso o tempo todo!!! As mães querem que nós professoras façamos o papel que é delas!!! E isso é muito complicado.
Eu no inicio do ano chorei muito por ter que deixar minha pequena sob os cuidados de minha mãe praticamente o dia todo. Eu só estava conseguindo ver a Gaby durante umas 3 horas por dia!!! E isso estava sendo o fim do mundo para mim... estava me sentindo exatamente como as mães que eu sempre critiquei... até que a situação ficou insuportável para mim e resolvi deixar uma das escolas na qual eu trabalhava e hoje vejo que foi a melhor atitude que eu poderia ter tomado. Tenho muito mais tempo para me dedicar a pequena e a nossa casa. Cuidar da alimentação de todos nós, organizar nossas coisas como eu gosto e não ter que deixar tudo sob a responsabilidade de terceiros.
Não tenho a pretensão de ficar em casa 24 horas cuidando da pequena, porque gosto do movimento da sala de aula, de sair para conversar com as meninas (mesmo que seja dentro da escola!!!) de me manter viva!!! Mas estou amando poder ter mais tempo para ficar em casa curtindo minha cria.
E esse site http://www.grupocria.com.br/ é bem legal... traz algumas falas que combinam bem com meu pensamento!!! E as imagens então valem mais do que 1000 palavras!!! E claro que comecei a fazer parte do movimento proposto por eles!!!
E no blog Comece como deseja continuar (que é maravilhoso) tem um post legal falando sobre a linguagem de sinais para os bebês. Achei bem interessante porque a comunicação da criança fica mais fácil com os pais e com todos que a cercam. Acho que vou colocar em prática alguns dos sinais para ver como me saio com minha pequena.
MANIFESTAMOS PELAS MÃES
Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.
Mãede carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.
Mãeque comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.
Mãemulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.
Mãecuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.
Mãeque vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.
Mãeque se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.
Mãeque se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.
Mãepobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.
MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE
E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.
Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.
Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.
MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES
Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.
E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.
Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.
Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.
Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.
Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.
Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.
Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.
E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.
MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR
Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.
Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.
Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.
Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.
Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.
Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.
Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.
Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.
Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.
Manifestamos pelas mães!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
O final de semana foi bastante agitado por aqui. No sábado fizemos uma noite de fondue aqui em casa, com direito a fondue de queijo e chocolate. A Gaby adorou a novidade e se esbaldou comendo pão com queijo e as frutas. Claro que ela ficou curiosa em saber o que a gente estava colocando junto com as frutas mas conseguimos disfarçar bem.
Algumas fotos do nosso fondue.
No domingo no almoço consegui que ela bebesse suco no canudinho, o que vai facilitar muito a partir de agora, pois podemos comprar suquinho pequeno para ela e na praia vai ser uma mão na roda também. O tio Silas até que enfim veio arrumar nossa antena e agora se tudo der certo teremos uma porção de canais legais para assistir. Ela comeu relativamente bem no almoço.
Enquanto estavamos na casa da minha mãe pela manhã vi uma propaganda do Mc Donald´s falando sobre as surpresas do Mc Lanche Feliz... eram os bonequinhos do novo Shrek. Tá!!! Confesso que sempre falei mal das surpresas, que sempre disse que não ia gastar dinheiro com isso, que era bobeira e tal... mas como muitas coisas que deixei cair por terra, essa foi mais uma convicção que dançou!!! Afinal agora temos uma pequena para presentear e alegrar!!! E lá fomos nós, a família inteiro ao shopping comer lanche. Escolhi um de cada que achei mais legal e pegamos. O moço avisou que na 4ª e no sábado chegam mais... puxa vida... ainda tinha mais alguns que eu queria... são 10 no total e acaba ficando caro comprar todos e ninguém merece comer aquele lanchico sem graça que vem né? Até que a pequena se comptou bem em sua primeira ida ao shopping agora que é uma pequena andarilha. Bom... sem contar que ela não quer dar as mãos para andar junto com a gente, de resto foi tudo tranquilo...rsrsrsr
Algumas fotinhos para ilustrar nosso passeio:
sábado, 26 de junho de 2010
Hoje pela manhã deixei a Gaby brincar com tinta na mesa da cozinha... precisava ver a carinha dela enquanto eu estava preparando a caixa de tintas e o papel... toda curiosa para saber o que iriamos fazer!!! Quando deixei ela colocar o dedinho na tinta, primeiro ela quis colocar na minha boca... sim na minha, porque ela não é boba. Depois mostrei a ela como fazia e ela se empolgou!!! Adorou a idéia e quem disse que queria parar? Deixei ela pintar bastante para depois pintar as mãozinhas dela e registrar o feito do 1 ano... o tamanho da mão... e amanhã quero carimbar os pezinhos dela... pezinhos...até um tempo atrás era pezinho, ontem notamos que ela está ficando com o pé bem grandão!!! Levamos até um susto!!! Nossa mocinha está crescendo cada vez mais... até as roupas de 2 anos que ela ganhou no aniversário e eu achei que ia demorar um tempo ainda para usar tem algumas que já servem, no máximo temos que dobrar um pouco a barra das calças ou o punho da manga, mas já estamos usando tudo.
E essa semana iremos fechar a escola dela e começar a arrumar nossas malas para ir viajar... não vejo a hora de entrarmos de férias!!! Ou melhor, eu entrar de férias, porque o papai é autonomo e sai quando quiser e a pequena ainda não tem compromisso nenhum, pode viajar quando a gente quiser!!!
E para dar uma atualizada nas coisas que Gaby anda fazendo, de uns tempos para cá resolver sair mandando beijo para todo mundo e para todo lado.. literalmente. Dá beijo nos livros quando tem figura de bebê, dá beijos nas bonecas, aliás tem um aparte lindo sobre as bonecas dela. Essa semana fomos dar uma volta de manhã e ela levou uma de suas bonequinhas, no caminho sem eu falar nada ela tirou a chupeta do boca dela e colocou na boneca e ficou mexendo com a boquinha como ela faz quando chupa a chupeta, tipo fazendo para a boneca entender... achei a cena mais linda do mundo!!!! Mamãe baba por essa pequena!!!!
Mas voltando as aprendizados. Agora ela não pode ver a barriga de ninguém que quer colocar a mão no umbigo e depois fica procurando o dela. Já sabe praticamente todas as partes do corpo e consegue localizar nela, na gente e nas bonecas!!! Tem dançado mais do que o normal. Esses dias passou um comercial com a musica da Beyonce, Single Ladies e ela agarrou na estante e começou a rebolar, eu não aguentei e ri muito junto com o papai.
As portas do armários agora vivem abertas e ela quer pegar TUDO o que tem neles. Só obedece quando dizemos que é de quebrar, aí ela não mexe. A geladeira é uma atração fatal, é só abrir a porta e lá corre a mocinha para ver o que tanto tem ali dentro que a gente vai lá pegar (deve ser isso que ela pensa!srsrsrs).
sexta-feira, 25 de junho de 2010
E a saga pela busca de uma escola boa para a Gaby continua... hoje antes do jogo fomos conhecer mais uma escola. Achei essa bem legal, em todos os quesitos. Estamos em dúvida entre 2 escolas e acho que na semana que vem devemos fechar realmente isso. O que me preocupa na escola Cantinho do Céu que é super indicada por todo mundo que eu conheço é a questão do horário... eles ficam com criança até as 18 e no máximo até 18:30 e nem todos os dias o Bruno consegue se organizar para fechar o escritório nesse horário... tenho que conversar certinho na escola quanto a isso para não ter problemas depois, pois eu como professora sei o tanto que atrapalha pais que chegam depois do horário na escola.
E ontem comecei a ler os livros que comprei... o de alimentação é super interessante, além das receitas que a escritora elaborou trás muitas dicas sobre educação e comportamento, fora que as receitas parecem ser maravilhosas e acho que vai agradar a todos aqui em casa. As meninas na escola ficaram super animadas com o livro também e a maioria dos filhos delas não come verduras e legumes... o de brincadeiras também é bem interessante, a maioria das brincadeiras para a idade da Gaby nós até já fazemos (sem saber da importancia que tinha) e tem outras que são bem legais também.
E mamãe ainda está apanhando um tanto para aprender a mexer no Cad... parece ser tão fácil mas é bem complicadinho... pelo menos por enquanto. Vou ver se amanhã durante a soneca da tarde da mocinha o papai consegue me dar uma explicações legais e eu pego mais dicas.
Essa noite me deu um estalo de anotar todas as observações que fiz aqui no blog quanto ao desenvolvimento da Gaby... sei lá, ter um registro escrito também... vai que esse treco uma hora dá pau? Vou ficar sem saber nenhuma data importante dos acontecimentos dela. Então já anotei tudo de importante mas acho que vou acabar salvando também em PDF para ter tudo arquivado e depois vou imprimir... melhor não confiar 100% na tecnologia...rsrsrsr
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Bom... acho que o tempo da mamãe agora ficará um pouco mais curto. Vou começar a ler a apostila de Auto Cad para tentar ajudar o papai em seus desenhos, pois desde que entrou ladrão no escritório dele um dia antes da festa da Gaby, ele tem andando com seus desenhos atrasados e indo dormir super tarde, então resolvi estudar um pouco e tentar entender como fazer os desenhos para poder ajuda-lo quando eu estiver de bobeira na frente do computador, enquanto a pequena dorme e antes de ir para a escola!!! Vamos lá, voltar aos tempos em que cursei 7 meses de arquitetura!!!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Uma das coisas que mais me preocupa no momento é a questão da alimentação da Gaby. Desde minha gravidez procurei me alimentar da melhor maneira possível, fiz o inimaginável para evitar chocolate (e Deus sabe o quanto me custa recusar o coitado...rsrsrs), refri já não bebo há tanto tempo por conta das minhas promessas que acho que já nem me faz falta mais, tomei leite (eca) comi frutas, legumes e verduras como nunca. Me cuidei mesmo para que a pequena tivesse uma boa formação ainda no meu ventre e também para que eu não engordasse muito. Ainda grávida sempre conversei com o Bruno pra gente tentar evitar ao máximo ficar dando tranqueiras para ela comer, tipo doces, refris, bolachas etc e concordamos que enquanto pudessemos controlar isso fariamos. Depois de seu nascimento eu tinha certeza de que amamentaria minha filhota por muito tempo, mas já na maternidade achei a questão da amamentação bem complicada... Gaby era super preguiçosa, começava a mamar e Puf... dormia. Chegou ao ponto da enfermeira arrancar toda a roupinha dela para ver se ela mamava mais e nem assim adiantou... fora que meu peito já rachou lá mesmo na maternidade e usando os bicos de silicone!!!
Quando chegamos aqui em casa o martirio continuou... por 1 mês chorei todas as vezes que ia amamentar a Gaby... e quando ela vinha para o meu lado com aquela linguinha para fora ( que eu já sabia que era sinal de fome ) já começava a me doer muito o seio. E olha que eu passei todas as pomadas que existem para rachaduras, tomei banho de sol (quando tinha, porque o inverno ano passado foi cruel!!! ), fiz banho de luz na lampada do abajur (essa cena o Bruno ri até hoje quando falamos sobre isso...), coloquei casca de banana... enfim, tudo o me ensinaram eu fiz e nada adiantou, acho que depois de um tempo o peito calejou e se acostumou.
Mas para meu espanto meu leite não sustentava a pequena. Eu fiz cirurgia de redução dos seios em 1999 e por mais que me falem que isso não atrapalha vou continuar a dizer que atrapalha SIM!!! Enquanto todas as pessoas que eu conversava contavam que o leite saia jorrando do peito, que não podiam ficar sem protetores, que enquanto o bebê mamava de um lado vazava do outro, eu via que o meu peito não fazia nada disso... podia ficar o dia inteirinho sem protetor que não acontecia nada! E quando minha mãe foi internada para operar da apendicite resolvemos dar uma mamadeira para a pequena e pronto! Parecia que tinhamos descoberto o Brasil. A mocinha dormiu tranquilinha e vimos que a coitada não tinha cólica coisa nenhuma... era FOME!!! Depois disso passei a dar uma mamadeira para ela todas as noites na hora de dormir e nas outras mamadas era somente peito e quando eu via que o bendito não estava satisfazendo ela dava uma mamadeirinhas... e mesmo assim ela só largou o peito com 6 meses, depois que eu voltei a dar aulas. Não sei se ela estranhou eu ter saido de perto dela, ou se o gosto do leite mudou por conta do estresse, só sei que bastaram duas semanas de aula para que ela não quisesse mais o peito.
E nessa época também já tinhamos feito a introdução de alimentos sólidos e ela estava comendo que era uma beleza.
Tive muitas discussões com minha mãe, que é quem está ficando com a pequena (por enquanto) enquanto estou dando aulas. Como eu disse não queria dar doces para ela, mas falar isso com minha mãe é como falar com surdo! Ela já deu sorvete, bolo, bolinho da bacalhau, peixe, batata frita... enfim tudo o que eu não queria que desse ou que o pediatra ainda não tinha liberado minha mãe deu. E isso me chateia muito. Mas fico feliz quando alguém tenta dar algum doce mais forte para a pequena, tipo pirulito e ela faz careta e cospe tudo. Espero continuar controlando bem sua alimentação enquanto puder.
Mas de uns tempos para cá começou a não querer comer muito como antes... é uma luta ela comer legal. Tem dias em que ela bate um pratão, em outros se comer umas 4 colheres é muito. A pediatra me tranquilizou dizendo que é assim mesmo, eles comem pouco, mas tem que ser bem variado e isso me deixou um pouco mais calma. Mas mesmo assim ainda é complicado para mim aceitar o fato dela comer tão pouquinho. Mas ela mama bem, come frutas e biscoitos.. ama pão. É um pouco complicado fazer ela beber água, mas já temos conseguido melhorar muito isso.
Achei essa reportagem bem interessante no site Baby Center. E espero conseguir fazer uma boa alimentação sempre para nossa família, pois eu adoro cozinhar, sinto prazer em ver meu marido e filhota comendo com gosto aquilo que preparo!!!
Você certamente sabe que seu filho precisa de uma alimentação equilibrada, que lhe dê todas as vitaminas e nutrientes de que o organismo precisa para crescer forte e saudável. Mas muitas vezes isso é difícil de conseguir. Não entre em pânico. A maioria das crianças de 1 a 3 anos passa por uma fase em que fica muito chata para comer. Lembre-se do que diziam os velhos professores de pediatria: "Em casa onde tem comida, não há criança desnutrida".
Além disso, as necessidades nutricionais da criança são menores do que quando ela tinha menos de 1 ano.
Leia abaixo algumas dicas para ajudar seu filho a comer melhor.
Como ajudar meu filho a ter bons hábitos alimentares?
Fique calma. Ofereça alimentos saudáveis e nutritivos para o seu filho, mas deixe que ele decida o quanto quer comer. Acredite, o corpo dele sabe o tanto de comida de que precisa.
Tenha horários fixos para as refeições e para os lanches, levando em conta a rotina de sono do seu filho durante o dia. Ofereça três refeições e mais dois ou três lanchinhos nutritivos. Veja exemplos de lanches saudáveis:
• frutas
• tomatinhos cereja e pedaços de queijo
• iogurte com pedaços de fruta
• um sanduíche pequeno
• cenoura, pepino ou erva-doce crus, ralados ou em pedaços pequenos, se ele já mastigar bem
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso
• leite gelado batido com frutas
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro
Procure evitar dar de comer logo antes da hora da soneca, quando ele já está caindo pelas tabelas de tanto sono. Se a refeição atrasou e ele já está fechando os olhos, dê alguma coisa leve, e guarde a refeição maior para quando ele acordar. Encaixe os lanchinhos entre as refeições. Se passar muito tempo sem a criança comer, ela pode acabar ficando irritada de fome, o que atrapalha a paz da refeição.
Torne as refeições interessantes e divertidas. Uma das estratégias é sempre, depois do salgado, oferecer uma sobremesa. Com isso seu filho ganha mais uma chance de absorver nutrientes. Não é porque o alimento é doce que ele precisa ser proibido. Mas não vale usar a sobremesa como prêmio por comer a parte salgada da refeição. Em tese, isso dá valor demais ao doce, o que causaria problemas no futuro. Você vai ter de fazer um enorme esforço para não cair na armadilha, porque usar esse artifício é quase automático.
Veja alguns exemplos de sobremesas nutritivas: pudim de leite, salada de fruta com iogurte ou um pouco de sorvete, compotas de fruta, arroz-doce, iogurte natural com geléia, fruta com mel (para crianças acima de 1 ano).
Coma junto com seu filho sempre que conseguir, e coma os alimentos que gostaria que ele comesse. Crianças precisam experimentar para aprender a comer novos alimentos, e o melhor incentivo é ver outras pessoas comendo. Faça comentários sobre a comida durante a refeição: "Nossa, isso está uma delícia", ou "Humm, purê de batata com carne moída é uma das minhas comidas favoritas".
Essa fase do seu filho é uma ótima oportunidade para aprimorar os seus hábitos alimentares e até para se aventurar mais na cozinha.
Respeite as preferências da criança. Nessa idade, começam a surgir os gostos: há crianças que gostam da comida molhadinha, outros já preferem alimentos secos. Outros exigem que cada tipo de comida fique separado do outro (não pode misturar o arroz com o feijão, por exemplo). Há aqueles que têm dificuldade para mastigar carne. Embora você deva respeitar o gosto do seu filho, não faça uma comida especial só para ele.
Ofereça sempre a mesma coisa que o resto da família estiver comendo, mas procure se certificar de que ele vá gostar de pelo menos uma das opções. Com o tempo, o gosto da criança vai mudando, portanto é importante continuar oferecendo ao seu filho a mesma comida dos adultos.
Que tipo de comida devo dar ao meu filho?
Dê a ele, todo dia, alimentos de todos os grupos alimentares:
1. Carboidratos
Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas.
2. Frutas, verduras e legumes
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche.
3. Alimentos ricos em ferro e proteína
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro.
No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose.
Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.).
O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida.
4. Leite, queijo e iogurte
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário.
O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro.
Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado.
A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra.
Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro.
E para beber?
Ofereça entre seis e oito copos pequenos de bebida durante o dia -- um junto com cada refeição e cada lanchinho. Pode ser que ele precisa beber mais nos intervalos, principalmente em dias quentes ou se estiver fazendo bastante atividade física. Nessa idade, a desidratação ainda acontece bem rápido.
Vá tentando eliminar as mamadeiras, trocando-as por copos comuns ou com tampa. A mamadeira faz com que a criança demore mais para beber e aumenta a exposição dos dentes aos açúcares das bebidas (até do leite puro), o que pode causar cáries ou corrosão do esmalte dos dentes. Mas você pode manter a amamentação sem problemas. Para facilitar sua vida, uma dica é estabelecer horários mais ou menos fixos para a mamada (ao acordar e antes de dormir, por exemplo).
Entre as refeições, prefira dar água ou leite. Água de coco também é uma boa opção. Guarde o suco de fruta para as refeições maiores, e escove os dentes da criança depois, pois a acidez das frutas pode ser prejudicial. Sucos industrializados contêm bastante açúcar e podem "roubar" o apetite do seu filho, além de ruim para os dentes. Tente diluir um pouco esse tipo de suco, misturando-o com água sempre que possível.
Há algum tipo de comida que devo evitar ou limitar?
Alimentos gordurosos ou com muito açúcar são úteis porque dão bastante energia à criança, mas devem ser oferecidos em quantidades pequenas. Entre eles estão manteiga, margarina, óleo, bolachas recheadas, sorvete. A gordura trans é ainda mais prejudicial, segundo os médicos. Evite.
Se seu filho não é lá muito ativo, você pode pensar em limitar ainda mais os alimentos gordurosos, para que ele não fique acima do peso.
Doces e chocolates podem ser dados de vez em quando, em ocasiões especiais, mas prejudicam os dentes se forem consumidos com frequência entre as refeições. Também tiram o apetite da criança, que deixa de comer outros alimentos mais saudáveis.
Comida muito salgada. O excesso de sódio não faz bem, e sal é questão de costume. Se você acostumar seu filho com muito sal, ele vai gostar de comida salgada o resto da vida. Existem alguns alimentos muito carregados em sódio. Veja a seguir algumas dicas:
• Salgadinhos: dê no máximo uma vez por semana.
• Não acrescente sal à comida na mesa.
• Use outros temperos além do sal para dar sabor à comida.
• Cuidado com alimentos industrializados, como caldos prontos, sopas de saquinho, congelados e temperos. Observe a embalagem e verifique o número em porcentagem. Se o número relativo ao sódio for muito maior que todos outros, o alimento provavelmente tem sódio demais e deve ser dado em pequenas quantidades.
Peixes gordurosos, como sardinha, salmão, truta e atum fresco, são uma ótima fonte de ômega 3 e vitaminas A e D, mas não devem ser oferecidos mais que duas vezes por semana para crianças entre 1 e 3 anos de idade, por conterem toxinas que podem se acumular no corpo.
Nozes e castanhas: crianças que tenham familiares que sofram de asma, dermatite ou alergias alimentares devem esperar, por precaução, até os 2 ou 3 anos para experimentar amendoim, pasta de amendoim, amêndoas, nozes, avelãs. Há certa controvérsia sobre se essa medida reduz o aparecimento da alergia, mas pelo menos a criança já é maior e pode se expressar melhor em caso de reação. Em dúvida, converse com seu pediatra.
Adoçantes: embora eles tenham sido testados, é melhor evitar seu uso, quando possível, em crianças pequenas, por precaução. Evite sucos ou refrigerantes tipo diet e light.
Existem alimentos que fazem mal?
• Ovos crus e frutos do mar podem causar intoxicação alimentar em crianças pequenas, porque a imunidade delas é menor. Prefira dar ovos bem cozidos, com a gema dura, e evite sobremesas, como mousses, que usem claras cruas.
• Alguns tipos de peixes grandes, como cação e tubarão, não devem ser consumidos por crianças, porque acumulam substâncias tóxicas como o mercúrio.
• Castanhas e amendoins inteiros não devem ser dados antes dos 5 anos por risco de a criança engasgar. É preciso tomar cuidado também com o milho não-estourado da pipoca.
• Chá e café devem ser evitados porque reduzem a absorção de ferro dos alimentos.
Preciso dar vitamina ao meu filho?
A suplementação com vitamina A e D e com ferro deve ser decidida pelo pediatra caso a caso, levando em conta a alimentação da criança e até a região do país em que ela vive. O Ministério da Saúde recomenda a suplementação com ferro até no mínimo os 18 meses, ou seja, 1 ano e meio, para evitar a anemia.
Em regiões consideradas de risco, o governo promove a administração de "megadoses" semestrais de vitamina A às crianças de até 5 anos. Converse com o pediatra ou informe-se na Unidade Básica de Saúde que você utiliza.
As farinhas de trigo e de milho no Brasil já são enriquecidas por lei, e há vários outros produtos industrializados ricos em vitaminas e ferro, como as fórmulas infantis, cereais matinais, alguns leites longa-vida etc.
Se seu pediatra é particular ou de convênio, converse com ele sobre a necessidade da suplementação com vitamina e ferro.
domingo, 20 de junho de 2010
Cama e quarto compartilhados
Antes de eu ficar grávida nucna havia pensando em dormir com filhos na mesma cama, por inúmeras razões: ouvia dizer historias de pais que mataram os bebês sufocados, pensava na privacidade do casal e na independÊncia da criança. Enquanto estava grávida via sempre isso na casa da Bárbara e do Elton, a Amanda dormia com eles no mesmo quarto e algumas noites na mesma cama...e eu ficava sempre falando para eles que não era legal, que ela ficaria acostumada e não sairia de lá depois, mas o Elton sempre me dizia que era a melhor coisa do mundo dormir e acordar com a pequena deles juntinho, ela fazendo carinho e fazendo bagunça na hora de dormir,mas eu continuava irredutível... até que a minha pequena chegou!!!
Nos primeiros dias, tranquilo... coloquei ela para dormir em nosso quarto no carrinho por conta das mamadas noturnas e por conta do frio também.
- confesso que fiquei com um medão e uma peninha danada de deixar ela dormindo sozinha em seu quarto, pronto, lá se foi a primeira convicção minha jogada no lixo! Falava sempre que ela dormiria sozinha em seu quarto desde o primeiro dia em casa.
Depois no final de semana quando os padrinhos dela vieram para casa a Bárbara colocou ela para dormir com a gente. PS.: madrinha dormiu com a mamãe e Gaby, porque papai ficou comemorando o nascimento dela com o padrinho e beberam tanto que acabaram dormindo em nossa sala no andar superior da casa... todos em colchões no chão. No quarto dormimos eu, Gaby, Bárbara e Dany... mulherada num canto e homens no outro...rsrsrs. E foi aí que de madrugada Gaby começou a chorar como vinha acontecendo e a Bá colocou ela para dormir com a gente. Não sei se foi o calor da cama ou o cheirinho da mamãe pertinho dela, mas ela dormiu muito melhor do que nas outras primeiras noites. E começou nossa rotina de deixar a pequena dormir com a gente. Não o tempo todo em todas as noites. Haviam noites em que ela dormia um tempo no carrinho e depois passava para nossa cama. E assim foi indo, indo... e quando vimos não conseguimos tirar ela mais do nosso quarto.
Primeiro por conta de ficarmos mais perto dela e depois por causa das mamadas noturnas e o fato de eu ter voltado a trabalhar... imagina ficar levantando toda hora para dar mamá e ver se o bebê está bem e ainda ter que acordar 5:30 no outro dia para ir trabalhar? Pensei pelo lado prático e confortável.
Até tentamos colocar ela para dormir no quarto dela. Fizemos 2 tentativas. A primeira dormimos lá com ela e acordamos mal... acabados. Depois deixamos ela lá e ligamos a babá, mas aquele chiado da babá a noite toda na cabeça acabou com a mamãe. Então deixamos a pequena em nosso quarto domindo no berço desmontável. Até tentamos levar o berço dela para nosso quarto, mas ela não dormiu nele de jeito nenhum... era mais fácil ela dormir em um colchão no chão do que nele, então voltamos com o berço desmontável, até que ela começou a se levantar e ficar muito perigoso nele... e lá vai mais um arranjo em nosso quarto (mais conhecido como gambi... gambiarra...rsrsrs). Colocamos a cama de armar entre a nossa cama e o guarda-roupas, um colchão protegendo ela do guarda-roupa e tem sido assim nossas noites há praticamente 3 meses... ou mais... não lembro ao certo. Só sei que ela passa boa parte da noite em "sua" cama e depois das 5:30 mais ou menos vem dormir conosco. Agora nem ligo mais... minhas neuras já cairam por terra. Depois de ler muito e ver que o fato dela dormir com a gente não a transformará em uma criança dependente de nós (existem várias pesquisas e relatos de pessoas mostrando isso) fiquei mais tranquila. Quando ela quiser e se sentir pronta colocaremos ela para dormir em seu quarto, que já contará com uma cama e não mais com o berço. E hoje tenho que reconhecer e dar o braço a torcer para o padrinho dela, é realmente uma delícia dormir e acordar com a pequena ao nossoo m lado, sentir seu corpinho quente pertinho da gente e receber sempre que ela acorda aquele sorrisão maravilhoso. Claro que tem noites que ela quase quebra nosso nariz enquanto se vira, quase nos derruba da cama pois é espaçosa pra caramba, mas tudo isso vale a pena. O tempo passa muito rápido e daqui a pouco ela não vai querer ficar tanto tempo perto da gente assim, então temos que aproveitar muito essa fase em que ela ainda curte nossa companhia e aproveitar MUITO!!!
Nossa gambi!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Uma das coisas que sempre me atraiu enquanto estudava eram as brincadeiras infantis... e agora no papel de mãe de uma menina pequena, tem horas que fico meio perdida sem saber do que brincar com ela. Sei que daqui um tempo ela achará super legal brincar de casinha, panelinha, boneca e tal, mas e agora, com 1 ano? O que fazer? Então comecei a pesquisar um pouco sobre brincadeiras que podemos fazer com nossos filhos em várias idades e encontrei esse material bem interessante, muitas coisas até já faço com a pequena mas sem muita consciencia do que estou fazendo...rsrsrs... agora tenho que pedir ao papai para ler e brincar junto com a gente também!!!
E fiquei doidinha por esse livro... e mais esse que fala sobre alimentação infantil... outra coisa que tem me preocupado bastante ultimamente, já que a mocinha está muito seletiva. Come o que quer e quando quer... hoje por exemplo não almoçou direito, se comeu umas 4 colheres foi muito mas em compensação comeu uma pera praticamente inteira... então vamos começar a procurar informações sobre alimentação a partir de agora.
1) Escolha uma musiquinha que permita incluir o nome da criança e cante-a para o bebê. Assim, ele vai formando sua identidade. Uma sugestão de canção é: "Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu tirava o (nome da criança) do fundo do mar"... Cante repetidamente. 2) O recém-nascido tem um reflexo que o faz ficar com as mãos fechadinhas. Para ajudá-lo a abri-las, brinque com cada dedinho chamando-o pelo nome: mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura-bolo, mata-piolho. Após brincar com os dedinhos dê-lhe algo para segurar, pois aos poucos, quando o reflexo passar o bebê terá facilidade na apreensão. 3) Fale com ele enquanto, animadamente, move seu rosto para a direita ou para a esquerda, tentando capturar sua atenção. Ele aprenderá a olhar na direção certa. 4) Coloque-o apoiado sobre o joelho, segure firmemente pelas axilas e brinque de "cavalinho" para estimular o equilíbrio da cabeça. Dizer pocotó, pocotó é legal! 5) Escolha em revistas fotos grandes com expressões totalmente diferentes. Mostre-as uma a uma para o bebê. Eles adoram ver rostos, sabia? 6) Deite-o no chão e sente-se de frente para ele. Ofereça um brinquedo. Quando estiver entretido, chame-o e ofereça outro. Limite-se a três brinquedos bem diferentes para que ele não perca o interesse. 7) Brinque de "serra, serra, serrador...". O bebê ganha abdominal para sentar mais rapidamente. 8) A visão melhora a cada dia e, com dois ou três meses, o nenê já é capaz de enxergar cores. Coloque em suas mãozinhas uma bola de tecido macia e de cores vibrantes para que ao mesmo tempo desenvolva o tato e a visão. 9) É importante que a criança possua um brinquedo que seja boneco ou animal, para que o acompanhe aos lugares desconhecidos, isso dará a ele a segurança de não estar sozinho em novas experiências. 10) Por volta dos seis meses, deite-o no chão de bruços e fique na mesma posição. Brinque de aviãozinho, levantando o torso e os braços do chão. 11) Compre chapéus baratos como bonés, toucas de lã, de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro. Sente-se na frente do seu bebê, coloque o primeiro chapéu e faça uma cara engraçada. Depois aproxime-se para que ele retire o chapéu. Passe para outro e repita a brincadeira. 12) Ofereça um pequeno brinquedo. Quando ele estiver quase tocando, deixe o objeto cair e pergunte "Cadê o brinquedo?". Ele provavelmente olhará para o chão. Caso não olhe, mostre-o e repita a brincadeira. 13) Sente seu filho no colo, de costas para você. Pegue um espelho e posicione de modo que o bebê possa ver o próprio reflexo. Depois vá mudando a posição do espelho até que ele mostre o reflexo da mãe, sorrindo. 14) Agite suavemente os pezinhos do bebê na água do banho, segurando com firmeza seu corpo. É uma forma de estimular o tato. 15) Bebês adoram surpresas como caixas coloridas de onde saltam bichinhos, ou que tocam músicas alegres ao serem abertas. 16) Ajude o bebê a passar um brinquedo de uma mão para outra. Dê objetos que caibam na sua mão. 17) Preste atenção aos sons e expressões que seu bebê faz e imite, como se fosse um espelho. 18) Com seus dedos, faça uma trilha de formiguinha que começa na coxa e termina nos pezinhos. Vá narrando o percurso: "a formiguinha está subindo uma montanha, está descendo, chegou!!!". 19) Estimule a curiosidade da criança com brinquedos que abrem portas, janelas. 20) Pergunte ao bebê: "qual é o tamanho do (use o nome do bebê) ?". Ajude a criança a abrir os braços o máximo que ela puder e diga: "Ela é grande assim!". 21) Prepare vários pratos com texturas diferentes para a criança tocar e cheirar. Por exemplo: gelatina de frutas, iogurte, banana, cereais, aveia, grãos de feijão, de bico, arroz. 22) Cubra o rostinho dele com uma fralda e logo depois descubra. A brincadeira ajuda a compreender que as pessoas se afastam mas voltam. 23) Dê papel para que o bebê amasse e rasgue. É um treino para a coordenação. 24) Pegue uma caixa de papelão um pouco maior que o corpo do nenê e faça um túnel para que ele possa engatinhar facilmente através dela. Coloque o bebê de um lado da caixa e fique do outro, chamando por ele. 25) Quando estiver com nove ou dez meses, sente-se no chão e brinque com um jogo de empilhar. Incentive o bebê a fazer o mesmo e, no final, derrube tudo. 26) Dê uma xícara, um pires e uma colher, de preferência tudo de plástico. Provavelmente já usando um raciocínio lógico, ele vai colocar a xícara sobre o pires e a colher dentro dela. 27) Sente-se no chão, de frente para o bebê. Role uma bola em direção a ele. Provavelmente a pegará e tentará lançá-la para você. 28) No banho, ofereça copos ou forminhas de plástico colorido. Ensine o bebê a transferir a água de um para outro. Não deixe que manuseie coisas muito pesadas. 29) Para estimular a fala, os brinquedos que imitam telefone são os melhores. Pegue um telefone de verdade e peça para o pequeno conversar com você usando o dele. "Alô? O Bruno? Só um minuto!". Inclua o nome dele. 30) Dê livros infantis, com diferentes texturas, cores e formas para seu filho explorar. 31) Ajude seu filho a reconhecer partes do corpo. Diga "esse é o nariz da mamãe", e coloque o dedo dele no seu nariz. Depois faça com que coloque o dedinho no próprio nariz enquanto fala "esse é o nariz do bebê". 32) Por volta de um ano, ele começa a dar os primeiros passos. Coloque-se a uma pequena distância dele, convidando-o a vir até você. Quando ele chegar, suspenda-o no ar e elogie. 33) Sente o bebê no chão e coloque na frente dele latas, caixas, uma cesta e tigelas de plástico. Ele vai praticar o ato de pôr e tirar. 34) Dance uma música bem animada com a criança no colo para que ele sinta o ritmo. 35) Os bebês adoram bolhas de sabão. Leve uma perto dele para que possa estourá-la.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Dando uma olhada em alguns blogs encontrei esse site super legal para fazer desenhos de nossa família (e outras coisas mais). Criei um que acho que parece um pouco com nossa família, menos os dogs, que ficaram os dois do mesmo tamanho e o Thor e beeeemmmmm maior do que a Vida. Mas acho que ficou legal e divertido!!!
O site em questão é este aqui: http://www.freeflashtoys.com/
Basta entrar e procurar a opção do desenho da família e se divertir!!!
E hoje depois do almoço dona Gaby foi comer danoninho e cismou de ficar colocando o dedinho dentro e colocando na boca... claro que mamãe registrou a proeza da mocinha!!! rsrsrs
Gaby já sabe brigar... isso mesmo... quando damos bronca nela e falamos não ela sai falando nã nã, toda bravinha. Tive que mudar novamente meus livros de receita de lugar porque ela ficava pegando, amassando e comendo as folhas, antes de mudar eu pedia para ela me dar os livros e ela agarrava eles junto ao corpo e dizia alto DÁ!!! Como se fossem dela.
Na hora de trocar sua fralda a noite para dormir também é uma briga... ela fica tentando fugir e quando sou mais dura com ela, ela pára de querer fugir e fica fazendo bruuuu com a boca, ao estilo do Quico do Chaves, tenho até que virar o rosto para não rir na cara dela...
E tem tentado também falar xixi... sai um som tipo quiqui.... uma gracinha ela tentando imitar as palavras. Ontem chegou da casa da minha mãe falando um monte de coisas em uma língua super enrolada.... e ficou um tempão conversando desse jeito e hoje cedo também. Acho que quando ela começar a falar vai ser uma matraca!!!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Desde que descobri que estava grávida venho lendo o site Baby Center, que foi me ajudando semana a semana com o que estava acontencendo comigo... e ele continua me acompanhando até hoje. Hoje parei para dar uma lida com calma no desenvolvimento das crianças de 1 ano e 1 mês (meio tarde, mas antes tarde do que nunca...rsrsrsr) e vi coisas que estão acontecendo aqui em casa o tempo todo... vou começar a colocar aqui as reportagens que saem semanalmente e marcar o que acontece por aqui!
Parece que o mundo todo gira em torno do seu filho? Pois é, é exatamente isso que ele acha. Durante vários meses daqui para a frente, a criança vai pensar quase só em si mesma. É por isso que emprestar o brinquedo ou dividir a bolacha é tão difícil. Ela ainda vai ser egocêntrica assim por algum tempo.
Basta você observar seu filho brincando junto com algum amiguinho. Dificilmente ele parecerá interessado em realmente interagir com a outra criança.
Você, por outro lado, continua sendo a pessoa mais importante da vida do seu filho. Ele vai continuar exigindo bastante a sua presença -- principalmente agora que está começando a andar e a fazer com que você corra literalmente atrás dele o tempo todo.
Por outro lado, ele já começa a passar alguns minutinhos sozinho, desde que consiga ver você.
Brincadeiras e medos
Brincar com seu filho o ajuda a desenvolver a capacidade de interagir com outras pessoas. Capriche em uma sessão de pega-pega, por exemplo. Outra boa brincadeira é pedir que ele aponte partes do corpo: "Cadê o umbigo?". Especialistas acreditam que esse tipo de jogo ajude a reforçar para a criança que ela é uma pessoa independente dos pais.
Nessa fase, a criança pode demonstrar certa timidez ou até medo de estranhos. Esse tipo de nervosismo é bem normal, principalmente com pessoas que ele não conhece bem. Pense que ele está apenas mostrando que sabe a diferença entre quem conhece e quem não conhece, e que isso faz parte do desenvolvimento.
Além de pessoas estranhas, seu filho pode começar a demonstrar medo de barulhos altos (do liquidificador ou do aspirador de pó, por exemplo), de água (da banheira, da piscina ou até da descarga do vaso sanitário) e de animais. Caso isso aconteça, respeite o medo dele, mesmo que isso signifique uns dias de "banho de gato", e aos poucos vá promovendo maior convivência com o motivo do medo.
Vale transformar a coisa em brincadeira: se o medo é de cachorro, bata um papo com um cãozinho de pelúcia. Se é de liquidificador, deixe-o apertar o botão sob sua supervisão, para que ele se sinta importante.
Comportamentos imprevisíveis
Do nada seu filho, tão bonzinho, resolveu começar a gritar como um maluco? Ele está explorando o mundo, seus próprios órgãos e o poder que exerce sobre você. É assim que ele vai descobrir quais comportamentos são aceitáveis e quais não são.
Você pode dar a ele uma chance de extravasar toda essa energia, como numa boa guerra de almofadas (leves, e num lugar onde não haja nada frágil). Massinha de modelar, de preferência antialérgica, é outro veículo possível para as explorações dele. De vez em quando, deixe-o brincar livremente na água: uma bacia no quintal ou até dentro do box vale, sempre debaixo dos seus olhos atentos.
Talvez a disposição para comer também seja afetada. Se ele comia bem as sopinhas e papinhas, agora pode começar a recusar a "comida de gente grande". Fique calma, porque o apetite diminui mesmo um pouco nesta fase, muito porque seu filho está tão interessado em explorar o mundo que mal sobra tempo para pensar em se alimentar. E ele quer ter o poder de escolher o que vai comer.
Recusando colo?
Como assim? Tudo culpa do gostinho de liberdade! Agora ele já pode se locomover sozinho, seja engatinhando, seja andando, e não vai querer abrir mão desse direito. Mantê-lo no carrinho ou de mãos dadas num lugar cheio de gente pode ser especialmente difícil.
As quedas serão inevitáveis, mas procure não se desesperar. Não dá para evitá-las totalmente, e andar em superfícies irregulares, como degraus (só um ou dois), areia ou tapetes, pode parecer perigoso, mas é um ótimo treino para os pés do seu filho.
Uma boa idéia é fazer a seguinte brincadeira: você caminha na frente da criança e de repente finge ter tropeçado e cai no chão. Ela vai se divertir à beça com a comédia e perceberá que adultos também estão sujeitos aos tombos da vida.
Sapatos ainda não são essenciais, exceto em superfícies em que a criança possa se machucar. Não compre sapatos grandes demais -- o ideal é deixar um espaço de cerca de um dedo entre o dedão e a ponta do sapato. Se você não consegue sentir o dedão, é porque o sapato é duro demais para uma criança desta idade.
E, já que o negócio do seu filho é chão, incentive-o a treinar novos movimentos, caso ele esteja andando firme. Mostre como se abaixar e levantar para pegar coisas interessantes do chão, agachando e ficando de pé sem precisar segurar em nada. Se seu filho ainda não anda, calma. Resista à tentação de colocá-lo num andador, pois esses equipamentos não são recomendados por especialistas.
Comunicação cada vez melhor
Com 1 ano e 1 mês, as crianças costumam ter um vocabulário de três ou quatro palavras ("mamá" e "papá" são bons candidatos), mas não se preocupe se seu filho ainda não disser nada. A aquisição da linguagem nessa fase é passiva: elas ouvem tudo e vão arquivando, para usar mais tarde.
Mesmo que ainda não fale, seu filho vai mostrar o que quer -- apontando, virando a cabeça, ficando mole como minhoca para ir para o chão.
Converse com a criança o tempo todo, numa voz "adulta", contando o que está fazendo. Músicas acompanhadas de gestos fazem sucesso com os pequenos (como "Fui morar numa casinha, nha, nha / infestada, da, da / de cupim, pim, pim...").
Ela começa a perceber as diferenças na entonação, e "conversa" com você, mesmo sem dizer nenhuma palavra inteligível.
Teste e aviso
Para ver se seu filho já compreende o conceito de que os objetos continuam existindo mesmo que não estejam à vista, coloque um brinquedo embaixo do sofá, da cama ou de um pano, na frente dele, e veja se ele vai procurá-lo no lugar certo. É com esta idade que as crianças começam a perceber que a coisa não sumiu só porque deixou de ser visível.
E cuidado: ele está louco para encaixar uma coisa dentro da outra e apertar qualquer tipo de botão, para ver o que acontece. Atenção às tomadas, aos aparelhos eletrônicos e na cozinha, para evitar acidentes.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Estive pesquisando um pouco sobre as mudanças no padrão de sono das crianças e encontrei boas respostas para o que vem acontencendo aqui em casa.... Gaby sempre dormiu bem, mas pouco antes de completar 1 ano começou a nos dar bons bailes para dormir... ela até se empolga quando vê a mamadeira mas começa a fazer hora com nossa cara porque ela sabe que vai mamar e dormir, então tem sido uma luta conseguir colocá-la para dormir. Tenho ficado um tempão deitada com ela, cantando, fazendo carinho e tem dias que ela fica rolando pela cama, levanta, tenta engatinhar até cair no sono. Mas pelo jeito tudo isso faz parte do desenvolvimento e tem a ver com as novas habilidades que minha gatinha tem adquirido. E acho que por conta do frio que tem feito por aqui, a pequena tem se empolgado com o sono... tem acordado super tarde... hoje por exemplo, já são 10:30 e nada dela reclamar, por conta disso tem acordado todos os dias com a fralda vazando e já tenho pulado o café da manhã dela e dado logo o mamá para ela poder almoçar melhor.
É bom mamãe continuar se atualizando sempre para entender o que acontece com nossa pequena, porque apesar de eu ter estudado a vida toda sobre crianças, sempre me dediquei mais as crianças maiores e a Educação Especial, acho que nunca pensei em estudar crianças pequenas porque não iria trabalhar com elas, afinal não sou muito fão da rotina da creche e tal, mas me esqueci de que um dia seria mãe!
Não há nada mais encantador do que ver um bebé enquanto dorme. No entanto, muitos pais de um recém-nascido dirão que esta visão não é comum para eles, especialmente à noite. Conseguir que um bebé durma durante toda a noite é um acontecimento importante a que aspira todo o pai de um recém-nascido. Em breve, os banhos quentinhos à noite, os pijamas suaves e as leituras de uma história favorita para dormir, passarão a fazer parte da rotina de toda a família e também de uma acarinhada tradição familiar.
Entretanto, os pais têm muitas perguntas acerca do sono do bebê.
A primeira e a mais importante é: quantas horas deve um bebê dormir?
Seguem-se alguns exemplos gerais.
IDADEQuantidade aproximada de horas de sono necessárias:
Recém-nascido16 a 20 horas diárias
3 semanas16 a 18 horas diárias
6 semanas15 a 16 horas diárias
4 meses9 a 12 horas mais duas sestas (de 2 a 3 horas cada uma)
6 meses11 horas mais duas sestas (de 2 a 3 horas cada uma)
9 meses11 a 12 horas mais duas sestas (de 1 a 2 horas cada uma)
1 ano10 a 11 horas mais 2 sestas (de 1 a 2 horas cada uma)
18 meses13 horas mais uma ou duas sestas (de 1 a 2 horas cada uma)
2 anos11 a 12 horas mais uma sesta (de 2 horas)
3 anos10 a 11 horas mais uma sesta (2 horas)
Para esta idade, o número de horas de sono necessárias varia de bebé para bebé.
Recém-nascido
O recém-nascido não conhece a diferença entre o dia e a noite. Necessita de dormir e alimentar-se continuamente, de forma que o dia ou a noite não lhe importam muito. De modo geral, o recém-nascido dorme cerca de 16 a 18 horas diárias. Um recém-nascido normalmente dorme 2 a 4 horas seguidas, todo o dia, e acorda com fome.Pode começar por ensinar ao seu bebé a diferença entre a noite e o dia, adoptando comportamentos diferentes a horas distintas. Durante o dia, fale mais com o seu bebé enquanto o alimenta. À noite, adopte um comportamento mais calmo e empregue um tom de voz mais suave. Com o tempo, o bebé compreenderá a diferença e começará a dormir mais de noite.
Sugestão
Quando o bebé estava no útero, os movimentos feitos pela mãe ao movimentar-se, faziam-lhe sono. Não é portanto surpreendente que o recém-nascido ainda goste de ser embalado suavemente. Agasalhá-lo também o ajuda a sentir-se "em casa". Além disso, há muitos bebés que conciliam o sono com a música.
3 semanas
Embora o bebé ainda acorde para comer durante a noite, provavelmente dormirá períodos ininterruptos mais longos, talvez três ou quatro horas. Também começará a permanecer desperto por períodos mais longos.
Lembre-se de que se estiver a amamentar, as suas hormonas reorganizaram os seus padrões de sono para que coincidam com os do seu bebé. Se você se der uma oportunidade, estas hormonas poderão ajudá-la a evitar os transtornos do sono. Os bebés que se alimentam com leite de iniciação podem dormir períodos mais longos, porque tende a permanecer por mais tempo no estômago. Mas, regra geral, os padrões de sono destes bebés assemelham-se aos dos que são amamentados.
Sugestão
Se o seu bebé tem tendência a dormir todo o dia e dormita enquanto o alimenta, trate de acordá-lo para comer. O bebé precisa de aprender que é durante a noite que deverá dormir durante mais tempo. Ajude-o a ser mais organizado nesta etapa integrando-o no centro da actividade familiar por volta das 4 da tarde. Ainda que o bebé esteja a dormitar, mantenha-o na posição vertical numa cadeira de bebé, num porta-bebés ou numa cadeira de baloiço. Depois, dê-lhe um banho por volta das 7 ou 8 da tarde. Isto simultaneamente mantê-lo-á desperto e relaxá-lo-á para um sono longo posterior.
2 meses
O bebé começa a adormecer sozinho, mas é provável que ainda precise que o acordem para alimentar-se durante a noite. Embora o padrão de sono do bebé esteja a começar a regular-se, deve seguir as suas indicações. Ainda é muito cedo para estabelecer um horário, pelo que tentar impor-lhe um não seria aconselhável.Os bebés desta idade dormem um pouco menos cada dia, em comparação com um recém-nascidos. Em média, dormem entre 15 e 16 horas aproximadamente. O bebé dormirá a maior parte destas horas durante a noite e permanecerá acordado mais horas de dia, se bem que comece a dormir umas três sestas diárias. Como sempre, isto varia de bebé para bebé.
Contrariamente ao que fazem os restantes, um bebé de dois meses normalmente não dorme durante toda a noite. Existem diferenças enormes entre os bebés desta idade, mas, regra geral, um de dois meses ainda precisa de alimentar-se durante a noite.
Sugestão
O facto de o bebé choramingar ao acordar é normal. Ainda que tenha de ir vê-lo sempre que chore, dê-lhe algum tempo (mais ou menos uns cinco minutos) para choramingar. Pode acontecer que o bebé se acalme sozinho.
4 meses
Em média, um bebé de 4 meses dorme entre nove e onze horas por noite e duas sestas diárias de duas ou três horas cada uma. Este é um período de transição gradual que se alargará até duas sestas diárias. Nos dias em que o bebé dormir apenas duas sestas, talvez tenha mais ou menos horas de sono durante a noite.Por esta altura, o bebé já tem mais facilidade em adormecer sozinho. É a altura de estabelecer regras para adormecê-lo, que serão válidas tanto para a noite como para as sestas. A rotina é muito importante para o seu bebé de 4 meses. Portanto, tente certificar-se de que a hora de ir dormir e as sestas ocorram no mesmo horário e da mesma forma todos os dias. Não precisa de ser intransigente, apenas o mais coerente possível.
Sugestão
Agora, o bebé será capaz de se deslocar um pouco e é provável que se mova no berço. Pense em vestir-lhe um pijama, ou frequentemente acabará destapado e acordará com frio. Leia a etiqueta para se certificar de que é resistente ao fogo.
6 meses
Os padrões de sono são diferentes para todos e o mesmo sucede com o seu bebé de 6 meses. Circunstâncias especiais, como uma doença ou pelo facto de dormir numa cama estranha em casa da avó, podem afectar o padrão de sono do bebé. Caso contrário, poderia dizer-se que o bebé está a acostumar-se aos seus próprios padrões. Em média, um bebé de seis meses dorme cerca de 11 horas por noite e habituou-se a fazer duas sestas de uma a duas horas, normalmente de manhã e durante as primeiras horas da tarde. Quase todos os bebés saudáveis de 6 meses conseguem dormir toda a noite, sem necessidade de alimentar-se a meio da noite ou que os familiares falem com eles logo pela manhã, a não ser que deseje estar com o seu bebé ou esteja a tentar que o leite não seque.
Contudo, o bebé começa a ficar mais obstinado. Esta é a última oportunidade que tem para decidir onde quer que o bebé durma sem que este tenha voto na matéria. O facto de delinear rotinas rígidas para a hora de ir dormir ajudá-lo-ão a adormecer sozinho e a continuar a dormir.
Sugestão
Seguem-se algumas práticas úteis que facilitarão a hora de ir dormir:
- Deite o bebé no berço enquanto ainda estiver acordado. Deste modo, o bebé habitua-se a adormecer na própria cama. Se o alimentar e o embalar até adormecer, esperará que faça o mesmo durante a noite.
- Dê ao bebé um brinquedo macio ou o objecto preferido para o ajudar a adormecer. Se bem que possa querer manter o berço do bebé sem tantos brinquedos, uma mantinha especial ou um peluche seriam adequados. Isto servirá para conciliar no sono.
9 meses
Os problemas relacionados com o sono são muito comuns aos 8 ou 9 meses de vida. Quando anteriormente o bebé dormia toda a noite, agora pode acordar a meio da noite e os restantes membros da família. Isto pode significar uma grande tensão para os pais e fazê-los sentir que as suas vidas pioraram com a chegada do bebé. Os bebés de 9 meses dormem cerca de 11 a 12 horas por noite. Tal como dantes, o seu bebé acordará várias vezes durante a noite. No entanto, a diferença reside no facto de o bebé agora lembrar-se de si e de sentir a sua falta quando acorda. Se o bebé estiver habituado a ser embalado e mimado para adormecer, esperará que aconteça o mesmo a meio da noite. Cabe a si decidir se está preparado para participar nesta rotina ou se prefere que o seu filho aprenda a voltar a adormecer sozinho. Normalmente, o seu bebé dorme duas sestas nesta idade. Tanto a sesta da manhã como a da tarde duram geralmente de uma a duas horas. Na sua qualidade de mãe ou de pai, sabe melhor do que ninguém a quantidade de horas de sono que o seu bebé necessita. No entanto, independentemente da sua média de horas de sono, dormirá menos à noite se as sestas forem muito grandes.
Sugestão
As crianças tendem a dormir mais quando estão doentes. No entanto, é pouco comum aumentar a sesta habitual em mais de uma hora. Se o seu bebé dormir mais uma hora do que é habitual devido à doença, consulte imediatamente o pediatra.
1 ano
No primeiro ano, começam os problemas à hora de ir dormir. O seu bebé está tão entusiasmado com as suas novas capacidades que se torna cada vez mais difícil fazer com que se acalme para ir dormir. Fará o impossível para que lhe pegue ao colo, e tendo em conta que é tão adorável, é difícil resistir. Contudo, manter uma rotina à hora de ir dormir ajudá-los-á nos meses que se seguirão. O bebé de 1 ano de idade dorme entre 10 e 11 horas por noite e um par de sestas de uma a duas horas por dia. Como sempre, depende do bebé as horas de sono de que vai necessitar. Sugestão Talvez note que a sesta da tarde do bebé é um pouco mais curta e que ele gosta de brincar um bocadinho no berço antes de chamar por si para que o vá buscar. Coloque alguns brinquedos pequenos no berço para estimular este comportamento. Contudo, certifique-se de que esses brinquedos não sejam muito grandes, pois poderia aprender a empilhá-los e a descer do berço fazendo uso deles.
18 meses
A vida é tão divertida e intensa para o bebé de um ano e meio que dormir é a última coisa que quer fazer. Necessita da sua ajuda para acalmar à noite e, assim, conseguir descansar conforme merece.
Os bebés de 18 meses precisam normalmente de 13 horas se sono diárias. Isto, por vezes, significa menos horas de sono do que os pais acham que necessitam e do que gostariam que dormissem.
Como as necessidades de dormir diferem de criança para criança, terá de averiguar o que é correcto para o seu bebé. Aqui ficam algumas sugestões que podem ser extremamente úteis:
Muito em breve, o seu filho apenas precisará de uma sesta diária, mas, é provável que necessite de dois períodos de descanso, mesmo que um deles seja de breve. Muitas crianças que frequentam o infantário, dormem duas sestas, mesmo quando não precisam. Isto significa que vai precisar de dormir menos durante a noite. Se não quiser ter de enfrentar o problema que ocasiona o facto de o seu filho ir dormir muito tarde ou de acordar muito cedo, talvez queira falar do assunto no infantário para mudar as horas que o seu filho dorme durante o dia.
Se tiver um filho mais velho, na realidade, é possível que este precise de ir dormir mais cedo do que o irmão mais novo. Isto torna-se ainda mais evidente se o mais velho não dorme a sesta durante o dia. A hora da sesta do seu bebé é uma boa oportunidade para dedicar tempo em exclusivo ao seu outro filho.
Sugestão
Um biberão de noite é um mau hábito. É prejudicial para os dentes do bebé. Se isto passar a fazer parte da sua rotina, necessitará sempre dele para adormecer, mesmo quando acordar a meio da noite.
2 anos
O seu bebé de dois anos está a tentar alterar um pouco as regras. Por este motivo, torna-se comum a oposição na hora de ir dormir. O bebé não quer despedir-se de si nem pôr fim a um dia apaixonante. Então, o que fazer? Estabeleça hábitos e rotinas para a hora de ir dormir. É a melhor forma de incutir hábitos de sono apropriados.A quantidade de horas de sono não é igual para todas as crianças. No entanto, em geral, aos dois anos precisam de dormir 13 horas diárias. É costume dormirem 11 e 12 horas por noite e talvez uma sesta de uma ou duas horas pela tarde.É muito difícil conseguir que as crianças vão dormir. Ser sempre firme quanto as regras e às rotinas quanto à hora de ir dormir é a melhor forma de ensinar bons hábitos de sono ao seu filho e facilitar-lhe a vida a si. Aqui pode encontrar algumas sugestões:
Comece a diminuir a actividade após o jantar. Ao diminuir o ritmo de actividade de ambos, facilitará a transição para a hora de ir dormir. Ler, cantar ou brincar com um jogo calmamente são actividades melhores do que andar a correr. Tente que a rotina antes de ir dormir seja curta e agradável. Dar-lhe banho, lavar os dentes e ir à casa de banho, não deveria demorar mais de meia-hora aproximadamente. Se demorar mais tempo, o seu filho começará a ficar animado e você a sentir-se frustrado. É provável que o seu filho se recuse ao menos algumas vezes a ir dormir. Seja firme e coerente quanto às regras da hora de ir dormir.
As crianças desta idade não precisam de ter quarto próprio. De facto, dormem melhor com mais alguém no quarto. Outra criança de 3 a 5 anos seria um bom companheiro de quarto. As crianças mais velhas normalmente conseguem dormir perfeitamente, quase com qualquer tipo de confusão.
Sugestão
Deixe um livro ou um brinquedo silencioso na cama do seu filho de forma a que possa entreter-se quando acordar. Ele não entende o conceito de "muito cedo", mas pode dizer-lhe que deve ficar no quarto até a luz entrar pela janela ou até que a ouça a dizer "Bom dia" (ou até fazer outro sinal específico).
3 anos
As crianças de 3 anos dormem em média cerca de 12 horas por dia aproximadamente. Isto normalmente significa 10 ou 11 horas por noite e uma sesta de uma ou duas horas. Os horários das sestas são mais variáveis nas crianças de três anos do que nas de dois anos. O seu filho de três anos talvez necessite de mais ou menos horas de sono e isso vai depender das actividades do dia, de alguma possível doença, de alterações na rotina e de qualquer alteração no desenvolvimento porque está a passar. A quantidade de horas que o seu filho dormir de forma natural durante o dia é a quantidade que necessita. O seu filho de 3 anos tem uma vida muito agitada, a qual se vê estimulada pela sua maior capacidade linguística e uma imaginação activa. À noite, isso pode criar as condições para a ocorrência de sonhos intensos e de pesadelos. Você não pode nem deve querer impedir estes sonhos, pois ajudam-no a enfrentar os obstáculos próprios da sua vida diária. No entanto, pode ajudá-lo a acalmar-se todas as noites através de uma rotina simples e calma na hora de ir dormir.
Sugestão
Se o seu filho tem dificuldades em dormir com a luz apagada, instale um regulador da intensidade da luz no interruptor e deixe-o ajustá-la. Elogie-o de cada vez que ele diminuir a intensidade e, ao fim de poucas semanas, habituar-se-á a dormir com uma luz suave. Se isto não funcionar, diminua gradualmente, ao longo de várias semanas, a potência em watts da lâmpada do candeeiro da mesinha de cabeceira.
Parece piada, mas foi só a Gaby completar 1 ano que começaram os tombos pela casa. No domingo depois da festa dela, ela foi descer o degrau que separa a sala de jantar da sala de estar e pumba!!! Lá se foi de cara no chão... machucou até o narizinho dela, que dózinho. Depois, brincando no quarto dela foi fechar o seu baú de madeira (não sei para que) e pumba!!! Lá se foi o dedinho preso na tampa e ele ficou roxo. No sábado bateu com o rosto no armário da cozinha enquanto tentava correr pela casa. E hoje caiu e bateu a bochecha na beira do aparador da sala de jantar e ficou com a bochecha roxa. Poxa... tem horas que parece que eu não estou olhando a pequena direito, mas juro que presto atenção em todos os seus movimentos, mas tem horas em que ela quer correr e não dá tempo de protege-la... é... chegou a fase dos tombos, batidas e encontrões, só espero que nunca aconteça nada de muito grave com ela.
E de manhã nem conto... levamos um baita susto... eu, ela e o Thor... sim até ele levou susto com a choradeira dela. Sai para prender o Thor para poder estender as roupas no varal e deixei o portão da área de serviço encostado, certa de que ela não passaria por ele e fui lá prender o cachorro teimoso. Eis que de repente o Thor volta do canil e escuto aquele choro nervoso... quem tinha vindo atrás de mim e se assustou com o Thor tão perto? Sim, minha pequena ambulante. Eu me assustei com o choro dela e o Thor mais ainda, foi até rapidinho pro canil achando que tinha feito alguma coisa de errado. Claro que ele não fez, não é doido nem nada, mas acho que a pequena se assustou por ele estar tão perto dela assim, afinal sempre que ela mexe com ele tem a proteção de um portão ou de alguma grade e agora estavam ali cara a cara.
Enquanto fiquei estendendo as roupas dela ela ficou brincando com os pregadores no chão. Realmente temos que dar um jeito de começar a reformar aqui em casa, nem que seja um pouquinho por vez, para diminuir a sujeirada que fica no quintal e consequentemente na casa toda e para a Gaby poder finalmente sair no quintal sem eu ficar me preocupando tanto se ela vai cair e se ralar toda ou não.