sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Primavera

Confesso que antes de me tornar mãe, eu amava o frio. Adorava me arrumar, ficar mais chique, sem ficar suando melada. Mas depois que a Gaby nasceu num baita frio do caramba em 2009 e ter me dado muito trabalho com doenças no inverno do ano passado, estou gostando mais dos dias quentes.
E a primavera é mais gostosa que o verão, está um pouco mais fresco, os dias são tranquilos, temos flores lindas em nosso jardim, borboletas e muitos passarinhos vem nos visitar e tudo isso encanta a minha pequena. E ela tem mais tempo para brincar no jardim e no quintal. Não tem chovido por aqui e os dias gostosos que tem feito, tenho podido deixar ela até descalça brincando no jardim. 
Ela também pode ficar com menos roupa, mais a vontade. E pode brincar na água, coisa que ela adora e com o frio que temos por aqui não dá para deixar. Agora é tempo de se divertir mais, curtir mais a área externa da casa, passear...
E nossas flores já estão lindas!!! O que eu acho mais engraçado, é que em cada ano parece que elas mudam de cor... cada roseira produz rosas de tons diferentes e se comparar de um ano para o outro vejo que elas mudaram em todos!!! 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A primeira Barbie

Esse final de semana fomos comprar presente para uma amiga minha e passamos no mercado ao lado do shopping e logo na entrada tinha um stand lotado de Barbies. Gaby já tinha visto a boneca com as amiguinhas, nas lojas, mas ainda não tinha nenhuma. E qual não foi minha surpresa quando ela se encaminhou para as bonecas e soltou: "Mamãe eu quero uma Barbie" e foi logo escolhendo uma com asas de borboleta. Dei risada, falei que depois a gente via uma e fomos fazer a compra. 
Na hora de ir embora, resolvi pegar uma para ela. O preço das bonecas hoje em dia nem se compara ao que era antes quando eu amava Barbies, mas não dava para comprar sempre justamente por conta do valor. Acho que ela está começando a curtir mais as bonecas e daqui um tempo já poderemos trazer aqui para casa meus móveis da Barbie que estão guardados na chácara. Eu guardei todos eles e sempre falava que seriam da minha filha. Estão até dentro das caixas. Ainda vou esperar ela crescer mais um pouco para poder brincar sem tanto perigo de colocar as pecinhas pequenas na boca.


Como fomos novamente para a chácara no domingo, ela aproveitou para colher e comer muitas amoras, já que os pés estão carregados e ela consegue alcançar na maioria deles.




E agora que o dia das crianças está chegando, estou começando a pesquisar o que dar de presente para ela. Já sei que boneca é bobeira, ela tem várias e quase não brinca, somente quando invoca. Estou pensando num desses kits de montar as coisas com massinha, mas ainda não decidi. Também penso em quebra-cabeças, pois ela anda numa fase de querer brincar com eles, então acredito que seria um bom presente. Como iremos dar mais do que um, porque será o dos avôs e o nosso, poderemos escolher mais opções. Acredito que iremos para SP comprar, porque aqui os brinquedos custam muito mais caro. 





E hoje enquanto dava uma olhada nos blogs vi no Mamis esse site super legal, com brinquedos para se montar em papel. O site é esse aqui http://cp.c-ij.com/en/contents/1006/index.html, é só ter um pouco de habilidades manuais e paciência (principal) para montar os vários desenhos que tem por lá. Eu vi o site junto com a Gaby e ela foi falando quais queriam, salvei todos em uma pasta e quando trocar o cartucho da impressora, vou começar a fazer, pelo menos tentar né? Achei super bacana e se não for muuuuiiiitttooo complicado vou tentar montar alguns com meus alunos.
Depois o papai disse que no site da Nick Jr. também tinha algumas atividades para fazer e lá fui eu dar uma olhada. Realmente tem, mas não consegui salvar no computador, todos tem opção somente para imprimir, mas mesmo dá para fazer muita coisa. Aos poucos vamos criando algumas coisas junto com a pequena, que mostra grande vontade de aprender a lidar com tesoura, cola, tintas e etc. A-D-O-R-O!!!!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Histórias infantis

Não é novidade para ninguém que aqui em casa estimulamos desde cedo a leitura para a Gaby. Sempre compramos livros para ela, suas madrinhas sempre dão e ela adora ficar "lendo" gibis.
Mas de um tempo para cá, temos percebido que ela já tem alguns comportamentos de leitora. Ela senta, abre o livro ou gibi e na  maior seriedade começa: "era uma vez"... e vai contando o que está vendo nos desenhos. E se for uma história conhecida, ela vai contando mesmo. 
Com certeza, esse contato que ela tem com os livros desde cedo será muito importante quando ela for alfabetizada. Ela já tem noção de que livros são importantes, servem para trazer informações e sempre nos pede para ler para ela. Algumas vezes pega até meus livros e fala que está lendo  e mesmo se eu digo que não tem desenhos ela fala que vai ler e fica um bom tempo passando as páginas e olhando super concentrada para ele.
Como ela adora ouvir histórias, comecei a trazer meus livros da escola, os que já contei para meus alunos, para contar para ela. É que aqui em casa tem uma eternidade de livros, mas são para crianças de 6 anos ou mais, os que servem para crianças menores estavam todos na escola. E agora que já li a maioria vou trazendo aos poucos e contando a ela. E tem sido uma farra. Pois ela não se prende somente aos contos de fadas, adora uma história com animais, crianças e sons variados. 
Fora as leituras, estou treinando a contação de histórias com ela. Contar sem ler, coisa que eu sempre tive dificuldade. E também vou começar a contar com dedoches, tenho vários, lindos de viver, mas não uso para contar para meus alunos, porque acabo ficando com vergonha e me perco nas histórias, mas sei que agora treinando com a pequena, conseguirei contar na escola também.
Essa semana irei ler para ela:


E por falar em leitura, para quem ainda não viu o Itaú continua com seu programa de incentivo a leitura. Basta se cadastrar no site para receber em alguns dias a coleção de livros. E desta vez escrita pelo Ziraldo!!!
Os livros realmente chegam em nossa casa, basta ter um pouco de paciência.
Para se cadastrar é só clicar aqui http://www.itau.com.br/itaucrianca/

E ainda sobre o tema leitura, é complicado a gente se decidir sobre quais livros são bons e para qual idade servem, mas aqui no site da Nova Escola, tem uma lista completa com os livros indicados para cada idade e por meses, que acredito ter sido criada desta forma para facilitar as compras para os pais ou para mostrar que não fica caro montar uma biblioteca básica, comprando um exemplar por mês. Que estão os indicados para crianças de 2 anos:

Janeiro 

Bem-te-vi e outras poesias, de Lalau

Bem-te-vi, leitura de Janeiro para crianças de 2 anos
O autor brinca de forma simples com as palavras envolvendo as crianças no jogo de rimas. Apresenta alguns poemas sobre universos familiares às crianças, como o mar, o brejo, os palhaços, entre outros. Conta do “bate-papo do sapo com a rã”, do “zumbido da abelha” e do vagalume que parece um diamante.

Fevereiro

Fora da gaiola, de Lalau
Fora da gaiola, leitura de Fevereiro para crianças de 2 anos
A leitura de poemas é muito recomendada, pois a estrutura em rimas favorece a memorização das crianças que se envolvem com o texto. Os poemas apresentam animais da fauna brasileira: a andorinha, o zabelê, o quero-quero, o tiziu e outros. São descritas suas principais características, como canto, plumagem, forma de construir o ninho, etc.

Março

Girassóis, de Lalau
Girassóis, leitura de Março para crianças de 2 anos
A partir de animais curiosos como o pirilampo e o porco-espinho e de objetos como um estranhíssimo pente que ‘tinha pesadelo toda vez que sonhava com cabelo’, o autor brinca com as palavras. Os poemas fascinam as crianças que rapidamente os memorizam e se interessam ainda mais pela leitura.

Abril

Livro de Histórias, de Georgie Adams
Livro de Histórias, leitura de Abril para crianças de 2 anos
Este livro apresenta alguns clássicos como “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “Cachinhos Dourados”. O contato com diferentes versões de uma história já conhecida pelas crianças é muito recomendado, pois podem fazer reflexões, observar semelhanças e particularidades de cada um dos contos conhecidos.

Maio

Mamãe Gansa, de José Paulo Paes
Mamãe Gansa, leitura de Maio para crianças de 2 anos
Uma senhora de roupas multicoloridas, botinhas e chapéu pontudo passeia pelo céu, transportada por um ganso. Ela é Mamãe Gansa, uma das mais tradicionais figuras das rimas infantis que compõem o cancioneiro popular. Seus versos divertidos e personagens eternos vêm deliciando as crianças há gerações.

Junho

Não Confunda, de Eva Furnari
Não confunda, leitura de Junho para crianças de 2 anos
A partir da brincadeira não confunda isso com aquilo, a autora propõe várias confusões baseadas na semelhança de sons das palavras. Os curtos e hilários textos vêm acompanhados de imagens que tornam ainda mais acessíveis às crianças pequenas o jogo proposto pela autora. Rapidamente a brincadeira é incorporada e pode ser estendida a outros objetos do universo familiar.

Julho

Sapo Borracão, de Keith Faulkner (e outros dessa coleção)
Sapo Borracão, leitura de Julho para crianças de 2 anos
O sapo é um divertido animal de boca muito grande, tão guloso que vive perguntando aos bichos o que gostam de comer. Gordão, pula de página em página comendo moscas e jogando conversa fora até que… Além da divertida narrativa, o livro tem dobraduras-surpresa que fascinam os pequenos leitores.

Agosto

Quem canta seus males espanta, de Theodora de Almeida
Quem canta seus males espanta, leitura de Agosto para crianças de 2 anos
Este livro contém as tradicionais cantigas, parlendas e adivinhas. A ideia é manter a tradição, de geração em geração, ouvindo, lendo e cantando juntos. Ajuda muito na alfabetização.

Setembro

Bule de Café, de Luis Camargo
Bule de café, leitura de Setembro para crianças de 2 anos
Estrelando Maneco Caneco Chapéu de Funil, nesta façanha, acompanhado do Leitão Leitor. Eles se deparam com o bule de café. Mas onde está o café? Maneco Caneco e seu mascote vão descobrir qual é o caminho feito pelo café, desde que é plantado até chegar ao bule.

Outubro

A Casa Sonolenta, de Audrey Wood
A Casa Sonolenta, leitura de Outubro para crianças de 2 anos
Era uma casa sonolenta onde todos viviam dormindo: avó, menino, cachorro, gato e rato… Até a chegada da pulga. O livro é uma referência de como texto e ilustração podem fazer uma ótima parceria. Os tons das páginas vão dando indícios que o dia está amanhecendo e à medida que a noite avança, muitas emoções acontecem no quarto de dormir.

Novembro

Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela, de Werner Holzwarth e Wolf Erlbruch
Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela, leitura de Novembro para crianças de 2 anos
O livro aborda, sem timidez, esse tema que tanto diverte as crianças. Uma pequena toupeira está atrás de quem fez cocô em sua cabeça. A história desperta muitas reações, desde calorosas risadas até espanto e nojo do que a toupeira encontra nesta busca.

Dezembro

O porco narigudo, de Keith Faulkner
O Porco Narigudo, leitura de Dezembro para crianças de 2 anos
A história parte da brincadeira que “há muito, muito tempo, todos os porcos tinham narizes compridos, pontudos e rosadinhos”. Um simpático e narigudo porco passeia pela floresta e verifica que outros animais são narigudos, mas não tanto como ele. Com dobraduras surpresas, as crianças podem ver ampliados os narizes que o porco cruza em seu caminho.

Para conhecer os outros livros para outras idades cliqu aqui.

Inlcusão escolar? Será?

Faz tempo que meu lado professora pede para escrever este post, mas fico enrolando, pensando se escrevo no outro blog (o meu de educação) ou se publico aqui... e nisso fiquei enrolando e pensando em "n" maneiras de escrever. 
Aqui é um blog para guardar lembranças do desenvolvimento da Gaby, porém não consigo me separar do lado professora e mãe humana que sou. Sim, me acho uma professora super humana, daquelas que dão colo quando necessário, que dão risadas e brincam junto com as crianças. Tem gente que quando me vê dando aulas não acha isso, me acha rigida demais, séria e muitos me julgam pelo fato de não gosta muito do termo pejorativo "tia" (faço outro post falando sobre isso). Mas o fato é que achei necessário escrever aqui,  até porque desde o início da minha formação acadêmica sou super ligada a Educação Especial e quero que a Gaby saiba respeitar, conviver e ajudar seus amigos que tiverem deficiências.
Aqui não vou usar nenhum termo politicamente correto, até porque acho um saco ficar escrevendo portador de necessidades "tal", fora que essa nomenclatura muda quase todo ano. O fato é que quero falar do lado humano de se lidar com uma criança deficiente. E mais que isso, como lidar com a família dessa criança.
Ainda na faculdade eu queria muito trabalhar com crianças deficientes, minha monografia foi justamente sobre o trabalho que pode ser feito com crianças com deficiência mental. Naquela época (1999) demorei para conseguir fazer minha pesquisa de campo, pois aqui onde moro existiam duas escolas de Educação Especial e uma APAE... as duas escolas eram da prefeitura e me encheram de dificuldades para realizar a pesquisa. Tive que falar até com a Secretária da Educação... tudo isso, porque nas escolas em questão existiam muitos filhos de gente influente e conhecida aqui da cidade, que não aceitavam tão bem assim ter os filhos expostos... na verdade queriam mesmo é deixar as crianças escondidas. Mas enfim, acabei desistindo de pesquisar nessas escolas e fiz estágio na APAE. Foi um período rico para meu desenvolvimento tanto profissional quanto pessoal.
Me formei e comecei a dar aulas em salas ditas regulares. Mas depois fui trabalhar na Educação Especial propriamente dita e foi aí que minha visão começou a se modificar... eu já não era fã da inclusão escolar desde a faculdade, pois a maioria das crianças acaba ficando segregada das outras e a proposta da inclusão vai por água a baixo, mas depois de trabalhar dentro de uma escola somente com crianças deficientes e vendo vários tipos e graus de deficiência, essa questão do aluno ser incluído em sala regular ficou mais forte e clara para mim.
Não adianta a gente pegar a criança, colocar na sala regular para ele conviver com as outras crianças sem preparo. E digo sem preparo não somente dos professores, que acabam sempre pagando o pato. Digo preparo dos prédios escolares, dos outros pais, das outras crianças, da própria criança deficiente. Incluir o aluno deficiente na sala regular no papel é lindo. No dia a dia é que são elas... não temos somente deficiências leves e quase imperceptévies como mostram nos livros e muitos documentos publicados. Temos os mais diferentes tipos de deficiências e se as crianças e a escola que forem receber esses alunos não estiverem preparados o caldo todo entorna.
E digo isso com toda propriedade, sem medo de estar errando. Em 2008, estava com uma turma de 30 alunos de 5 para 6 anos, sendo que 3 deles tinham deficiências... dois eram intelectuais e um físico. A questão é que o aluno físico era portador de uma síndrome rara, super desconhecida e complicada. Ele tinha FOP (fibrodisplasia ossificante progressiva). Quem tiver interesse em ver o que é a síndrome pode dar uma lida aqui. A questão é que era humanamente impossível eu dar aulas com qualidade, atender e preparar aulas difereciadas para os dois alunos com deficiência mental, estimular e manter a integridade física do outro aluno. Com essa quantidade de alunos? Impossível. E pensa que a escola ou a secretaria de educação pensou em mudar alguma coisa? Nada... eu que tive um conversa franca com os pais, disse que quantidade de alunos mais os casos complicados iria dificultar o trabalho e que as turmas do outro período da escola estavam bem mais vazias... e eles transferiram alguns alunos para outro turno. A sala ficou com 25... não era o ideal ainda, mas ajudou e muito. Eu pesquisei muito para entender qual a situação do aluno, como poderia ajudá-lo e consegui estimulá-lo bastante. Ao final do ano ele se comportava como os outros, correndo e brincando normalmente. 
Mas isso porque eu tive comprometimento. E se ele estivesse em uma sala de uma professora que não está nem aí? Ele com certeza ficaria jogado no canto sem fazer nada de diferente, sem ser realmente inlcuido no grupo. Eu faço questão de contar aos colegas da sala qual o problema do amigo, como podemos ajudar e o que não podemos fazer. E também converso muito com os pais nas reuniões, explico casos, procuro materiais. Mas vejo que sou uma excessão... uma pena. 
Os pais de crianças deficientes também são constantemente julgados pela forma como tratam os filhos. Ou é porque aceitam e cuidam muito bem para que a criança não sofra ainda mais, ou porque não aceitam. Mas vocês já viram como os médicos dão a noticia de que seu filho é portador de alguma síndrome? O "jeitinho" deles é bárbaro. Falam da forma mais fria e traumatizante que poderia existir... e não há pessoa que não desabe com isso. E é complicado aceitar, tratar, cuidar, estimular. Exige demais... e nem todos suportam, preferem fingir que não estão vendo. Então nosso papel enquanto educadores, não é ficar procurando culpados, sim apoiar esse pai, mostrar a ele o que o filho tem progredido, o que consegue, como ajudá-lo em casa.
Por isso acho que as escolas de Educação Especial não poderiam simplesmente ser riscadas do mapa. A criança deficiente precisa de um estímulo maior do que os outros. Ainda acredito que eles deveriam frequentar as duas escolas, ou em turnos diferentes, ou durante o dia todo... mas para aproveitar o que cada uma poderia oferecer. A escola regular infelizmente não será capaz e nem sei se um dia será, de oferecer suporte a todos os alunos de inclusão. Primeiro por não estar adaptada a isso, segundo, porque não existem profissionais capacitados para suprir a demanda e não existe um professor que possa entender de todos os tipos de deficiência e atender cada ano um tipo de criança.
O que acontece é que acabam colocando as crianças de inclusão nas salas em que os professores apresentaram um bom trabalho com turmas que tinham inclusão, só que em algumas vezes exageram na dose, colocando um monte de alunos com problemas muito diferentes e a sua aula mesmo fica de lado, pois passamos o tempo tentando estimular, atender alguma particularidade do aluno, incluir.... mas será essa a maneira correta de se fazer a inclusão?
Fica aqui minha pergunta, para a qual ainda não consegui achar resposta....

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mãe é a criatura mais instável que pode existir. Pelo menos eu sou assim... 
Assim que a festa da Gaby de 1 ano passou, falei que não ia fazer mais festa, que dava muito trabalho e blábláblá... mas aí, 2011 começou, ela já mais crescida e eu fui me empolgando com as decorações de fazendinha e deu no que deu. Fizemos outra baita festa para ela. 
Mas aí a festa passou, a gente pesa o gasto e vê que não vale a pena e fala: não vamos mais fazer festão. Mas aí mamãe já começou a dar uma olhada novamente na net e viu cada tema lindo!!! Que dá uma vontade do caramba de fazer tudo de novo. Mas com certeza ano que vem não vai ser um festão não. Convidaremos somente os amigos com filhos (que nos chamam para festas, lógico....), parentes super próximos e amigos muito queridos. Mas a decoração faço questão de que seja sempre linda e perfeita. E já tenho um namorico com alguns temas... tipo Minnie, Moranguinho, Corujinhas, Galinha Pintadinha, Dora Aventureira, uns mais lindos que os outros, mas vou esperar a Gaby estar um pouquinho mais velha (tipo começo do ano que vem) pra gente começar a ver o que vai sair de decoração... e lá vamos nós mergulhar em uma nova confecção de festa, porque eu AMO!!!!
Gaby passou a tarde de ontem na vovó e graças a Deus não vomitou mais, mas em compensação lá pelas 17 minha mãe ligou dizendo que ela estava com febre... tinha tirado a temperatura e estava com 38°. Pedi para ela dar um tylenol e depois eu via o que faria. Cheguei em casa e ela estava amuadinha, mas conseguiu comer pelo menos um pouquinho. Ficou com o papai vendo desenho enquanto eu passei uma pilha gigante de roupas dela e depois fomos para o quarto nos arrumar para dormir. E resolvi dar uma olhada na garganta e não tinha nada (ainda bem) e vi o dente lá do fundo começando a querer sair.. a febre com certeza devia ser por conta dele. O vomito eu acho que foram os ovos de codorna que ela comeu até e não deviam estar muito bom (pelo menos para ela, que é pequena). 
Hoje ela já acordou 100%. Está manhosinha, mas isso é meio que normal ultimamente. Mas pediu para brincar de bolinha de sabão e ficamos um tempão no jardim brincando. E por falar em jardim, nossas roseiras estão super cheias de botões!!! Eu havia podado elas em junho, fiz a poda radical como me ensinar na floricultura, mas estava com um baita medo de ter estragado minhas filhotas, afinal não sou expert, leio muito e pesquiso, mas na hora de colocar a mão na massa o negócio é diferente. Mas elas estão lindas e a florada desse ano será linda!!!
Gaby agora resolveu que sabe contar até 4 em inglês. Tudo graças ao Diego. E usa várias vezes por dia a frase "Let´s go mãe"... posso com isso?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dodói....

Quer um jeito de tirar papai e mamãe da cama rapidinho sem pregruiça? Uma criança vomitando do nada... assim começou nosso dia às 6:45... pequena do nada começou a vomitar e acordou. Aí, tira roupa, tira lençol, deita na cama com a gente, não queria dormir, dorme mais um pouco e de repente acorda de novo vomitando. Repete tudo de novo, menos a parte de voltar a dormir, vai pro banho com papai e estamos acordadas há tempo vendo se ela melhora ou o que... vamos ver o que faço a tarde, se ela vai comigo para a escola ou para a casa da vovó, mas pelo tempo que estou vendo lá fora acho melhor ela ficar quentinha na casa da vovó... e eu preciso ir trabalhar, porque não dá para faltar toda hora, a não ser que ela piore... vamos observar.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Filha de peixe... peixinha é!!!

Minha mãe costuma contar que quando eu era pequena (da idade da Gaby, mais ou menos), sempre que eu me machucava, fazia um drama e pedia para ela me levar para o hossssspital, com um baita sotaque carioca, que ela não sabe de onde eu tirei, já que minha família é de Minas e a gente não tinha contato com cariocas. Mas o fato é que qualquer machucadinho era motivo para querer ir para o hospital. E aqui em casa agora com a pequena, qualquer machucado é motivo para passar remédio. Isso porque nunca falamos isso para ela. Mas basta ela dar um arranhão, tropeçar ou cair que começa: "mãe passar remédio". Eu morro de rir, dou um beijinho e ela diz que sarou. E ela também nos beija quando machucamos e diz que passou, sarou. Uma lindeza.

Arrumação

Final de semana tive curso no sábado, que foi super gostoso e instrutivo. A professora Isabel entende realmente sobre o ensino da leitura, como contar histórias e como prender a atenção do ouvinte e tem nos passado muito isso no curso. Saindo do curso fomos buscar yakissoba na Festa das Nações e fomos para casa. A Gaby não quis almoçar e invocou que queria sorvete, nem sei de onde ela tirou isso... o fato foi que ela comeu super pouco e tomou o bendito sorvete. E finalmente ela voltou a dormir a tarde, porque na semana passada foi um sufoco, ela não quis dormir de jeito nenhum e ficou acordada  a tarde toda... achei que ela tivesse abolido a soneca da tarde, mas graças a Deus, ainda não. 
Aproveitei que ela tinha dormido para arrumar minha sala/ateliê/scraproom... pedi ao meu irmão que viesse aqui para ajudar a descer algumas estantes que eu consegui esvaziar. Doei tudo que não uso mais da escola, revistas e tal, joguei muita tranqueira fora e no final consegui ficar com 2 estantes completamente vazias. E elas tiveram novos destinos. Uma foi para o quarto de brinquedos da Gaby e a outra coloquei no banheiro da área de serviço, assim ele será usado para guardar produtos de limpeza. A sala de cima já ficou com outra cara. Mas ainda falta tirar uma mesa que tem lá e ficar só com uma mesa branca grande. E dar uma enfeitada no lugar. Porque por enquanto ela é usada só como ateliê e sala de yoga, mas futuramente será nossa sala de tv. Então melhor já ir organizando tudo por lá.
Me senti até mais leve com toda a arrumação que fiz. Agora vou começar a atacar outros comodos da casa. Doar toalhas de mesa que não servem nas nossas mesas, roupas que não usamos mais, calçados, as únicas coisas que vão escapar, pelo menos por enquanto serão as roupinhas da Gaby e seus brinquedos, porque vou esperar ter outro baby, para depos sim doar tudo o que for de bebês aqui de casa, senão no futuro teremos uma eternidade de tranqueiras aqui que não são  usadas. 
E também estou pintando o novo kit da minha cozinha. O motivo agora serão galinhas, pois já enjooei das minhas joaninhas. Quando estiver pronto coloco fotinhos dele aqui. Projetos para minhas artes é que não faltam, falta é um pouco mais de tempo para eu me dedicar a elas... mas devagar vou fazendo o que gosto e cuidando da minha filhota também. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dia Mundial da Alfabetização

Que raio de professora sou eu que nem sabia que esse dia existia? Ou que não tinha prestado atenção nele antes? Ok, ok... me ligar em datas comemorativas não é assim meu forte, a não ser que ele seja feriado :) rsrsrs
Mas brincadeiras a parte, acho a questão da alfabetização de extrema importância... e vejo que muitas escolas e professores se perderão no meio do processo, quando houve a mudança do chamado tradicionalismo para o construtivismo... aí a coisa desandou. Se antes haviam muitas crianças que repetiam de ano por não terem aprendido a ler e a escrever, hoje em dia vemos uma eternidade de jovens que não sabem nem mesmo escrever, ler ou reconhecer seu nome. O construtivismo está aí mas nem todo professor entendeu como se alfabetiza por esse método, até porque para entender realmente é necessário dedicação e estudo, e sabemos que nem todo professor com mais de 20 anos de escola está a fim de começar tudo de novo, deixar para trás velhos paradigmas, opiniões e materiais.
E por outro lado, vejo uma pressão muito grande da sociedade em cima das crianças para que aprendam a ler e a escrever cada vez mais cedo. Vejo pais se vangloriando do filho saber ler aos 4 anos... e muitos forçam os filhos a isso. Procuram escolas cuja politica seja a de alfabetizar cada vez mais cedo. 
Temos que entender que cada criança tem seu ritmo, alguns mais rápido e com facilidade, outros mais lentos. Mas se bem estimulados, apoiados e encorajados, todos chegaram lá. Mas vemos que as escolas se preocupam com listas e mais listas de palavras, lições de casa intermináveis, horas e mais horas de treino, para que? Para o aluno ficar desmotivado e perder o pique para aprender?
Eu tenho outro pensamento. Criança tem mais é que brincar e brincando se aprende e muito. Claro que meu alunos também fazem atividades em papel, estimulo o treino da escrita, porque ninguém vai aprender a escrever sem nunca ter feito isso antes, mas não preciso que ele copie 20 vezes a mesma letra para que aprenda. Meus alunos tem contato diário com a leitura e a escrita, tanto por eu fazer as leituras, quanto por escrever e ir mostrando a eles o que vou escrevendo. E acredito sim que eles aprendem e muito bem.
Começo novamente a repensar a questão do futuro da Gaby. Ela estuda em escola particular e já percebo uma tendência forte a alfabetização precoce. Ela já sabe algumas letras, já conta, tem tentado falar o alfabeto. Vamos esperar até o ano que vem e ver qual será a proposta da escola. Já ouvi dizer que querem adotar apostilas para todas as turmas. Isso significa que ela terá um material didático completo antes mesmo de completar 3 anos... vou analisar tudo isso com calma quando chegar a hora para decidir o que irá acontecer no ano que vem. 
Ainda mais depois de ler este texto da Rosely Sayão, indicado pela Mari Hart, via faceboo... é de repensar muitos conceitos e idéias....

Matéria sobre alfabetização, Na Pressa e na Pressão, por Rosely Sayão.


Em homenagem ao dia Mundial da Alfabetização, 08/09/11,
selecionei esse texto muito interessante!
Na pressa e na pressão.

Por que tanto desespero?
Saber ler, escrever e contar antes dos seis ou sete anos não quer dizer nada


Recebo muitas perguntas e dúvidas de pais que têm filhos com seis anos, mais ou menos.
Várias mensagens chegam em tom quase desesperado.
O motivo? O processo de alfabetização dos filhos.

Vamos tentar acalmar esses pais com alguns esclarecimentos importantes para que, um pouco mais tranquilos, eles não pressionem tanto seus filhos.

De partida, é bom avisar: a criança tem tempo de sobra para se desenvolver nesse processo.
Qual o prazo? No ensino fundamental, com duração de nove anos, esperamos que a maioria dos alunos esteja alfabetizada ao final do segundo ano.

Por isso, caro leitor, caso o seu filho esteja no primeiro ano, pode relaxar.
Ele ainda tem pelo menos um ano e meio para se aprimorar no processo da leitura, primeiramente, e escrita.

Acontece que muitos pais foram convencidos pela sociedade de que é melhor a criança aprender o mais cedo possível a ler, escrever e trabalhar com números. Não é?

Já temos inúmeros estudos e pesquisas apontando que crianças precocemente introduzidas no ensino formal não se mostram, no futuro, mais avançadas nos estudos.
Além disso, até demonstram menor curiosidade pelos estudos e menos criatividade nos trabalhos escolares do que suas colegas que se dedicaram a brincar nos anos da primeira infância.

Tem mais: as crianças massacradas por escolas e famílias para a vida escolar no estilo acadêmico antes dos sete anos desenvolvem mais doenças resultantes da ansiedade e da pressão, tais como estresse, desatenção, distúrbios alimentares e do sono, entre outras.

Veja, caro leitor, o resultado dessa ideia que a sociedade desenvolveu nos pais.
Uma leitora, que coloco no grupo dos pais desesperados, conta que mudou de cidade e sua filha, matriculada no primeiro ano, já sabia ler e escrever muitas coisas.
Mas agora, na transferência de escola, parece que regrediu e se esqueceu de muita coisa que havia aprendido.

O que nossa leitora não percebe é que, se a garotinha esqueceu, é porque não havia aprendido.
Talvez tivesse sido treinada, condicionada ou coisa que o valha a escrever e ler algumas palavras. Quem se alfabetiza com sentido, ou seja, quem entende primeiramente a função social da leitura e da escrita, não se esquece com essa facilidade.

Outra mãe que tem a filha também no primeiro ano me escreveu reclamando da escola, por ter enviado muitas lições para serem feitas nas férias. Mas, de quebra, contou que a filha leva duas horas diariamente fazendo lições de casa e, três vezes por semana, ainda faz acompanhamento psicopedagógico por indicação da escola, por apresentar "dificuldades na alfabetização".

Fico penalizada com a vida que essa menina (como muitas outras) está levando.
Quando será que ela brinca?
Brincar é uma coisa que, até os seis anos, a criança deveria fazer o tempo todo.

O ensino formal de leitura e escrita e o trabalho com números podem ser iniciados aos sete anos sem prejuízo algum para a vida escolar futura dessas crianças.
Por que tanta pressa? Saber ler, escrever e contar antes dos seis, sete anos não significa absolutamente nada.

O que significa muito no futuro desenvolvimento do chamado processo de letramento é a criança aprender, desde bebê, o prazer da leitura.
Contar histórias para ela, dar livros bonitos para ela brincar e "ler", conversar bastante com ela para que amplie seu vocabulário, ouvir com atenção as histórias que ela gosta de contar e brincar com os sons das palavras são alguns exemplos de como os pais podem ajudar no desenvolvimento de seus filhos.

Mas sem pressão, por favor!
As crianças agradecem.

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)


PARABÉNS AOS NOSSOS PROFESSORES,
Que nos ensinaram a Magia de Ler e Escrever!

Os pais que nós somos.... e que não somos

Lendo tantos blogs por aí a gente acaba tendo uma idéias para escrever alguns posts, mas com a correria do dia-a-dia acaba deixando para depois e alguns acabam se perdendo. Mas hoje vou escrever aqui um pouquinho sobre o tipo de pais que nós dois procuramos ser para nossa filha. Sim, hoje vou falar um pouco de como maridinho é também em relação aos cuidados e educação de nossa filha, até porque ontem estivemos o dia todo com um casal amigo nosso e pelo pouco tempo em que ficamos juntos percebemos que os dois não tem a mesma visão sobre educar e cuidar da filha deles... e isso só irá se refletir na própria criança.
Aqui em casa procuramos sempre que possível agir da mesma forma com a Gaby, se eu falo não, papai não se intromete e se ele fala eu não me meto. E tem dado certo, ela sabe que tem que respeitar e obedecer os dois e não tem aquela idéia de que minha mãe briga, papai não, então eu corro para ele cada vez que ela briga e vice-versa.

Nós dois somos pais que:
* adoram sentar juntinho com a cria e ver desenhos, de todo tipo que for. Pode ser curtinho, comprido, chato, engraçado, sempre que podemos estamos os dois lá sentados com ela, assistindo, aprendendo as músicas e até dançando!!!
* brincamos juntos com ela. Do que for: massinha, boneca, motoca, piscina, no parque, com os cachorros, monta-monta.
* damos muito carinho e atenção. Pegamos muito no colo, deitamos juntos na hora de dormir, rezamos e ensinamos ela a rezar.
* somos pais que não ligam se a criança brinca na terra, na areia, se suja com tinta, fica encardida, se molha. Eu até sou mais relax que o papai, que ainda fica com um pé atrás com a água, eu deixo mesmo. Tem mais é que se divertir, bagunçar, nada que um bom banho não resolva e o OMO não me ajude a limpar depois...rsrsrs
* somos pais que se preocupam com a alimentação dela, a ponto até de mudar muita coisa até na nossa alimentação, paramos praticamente com os refris, comemos muito mais saladas e legumes, e eu principalmente reaprendi o prazer de comer uma fruta depois da refeição... coisa que há anos eu não fazia.
* cantamos com ela. De tudo, música de criança, música do rádio, da novela, dos desenhos, da escola. Fazemos questão de aprender todas as músicas que ela aprende e olha que ela tem uma baita facilidade para isso. E também ensino muitas músicas a ela.
* somos pais que gostam de ler e contar  histórias para ela. Sempre que ela pede lemos um livro ou eu conto uma história, e olha que nem na escola eu não conto histórias sem livro, eu me perco e tal, mas com ela consigo contar e interpretar os personagens numa boa. E adoramos comprar livros para ela... nos dá um prazer enorme.
* adoramos viajar com ela. Não nos vemos na situação de deixá-la com meus pais para curtir uma viagem só nossa. Pra gente, ter filho significa uma extensão do nosso corpo e por isso não tem como deixar parte dele para trás...
* somos pais que tem procurado ensinar a pequena a respeitar e conviver com os animais e com a natureza. Ela nos ajuda com os cuidados com o jardim, colocando água nas plantas, plantando comigo e com os animais ela costuma brincar e vai junto com o papai colocar ração para os cachorros e do seu peixinho Red.
* somos pais que ensinam a organizar seus brinquedos no lugar correto. Acho que desde pequena tendo noção de como se faz, futuramente não teremos trabalho quando for necessário lhe dar pequenas obrigações, como arrumar a cama, colocar louça na mesa, enxugar uma louça...
* somos pais que decidimos que o melhor lugar para a pequena ficar enquanto trabalhamos é a escola. Nada de babá, vovó e outras pessoas cuidando. Criança tem que se relacionar com criança e ponto final. Sem contar que ela tem aprendido tanta coisa, que mesmo se eu ficasse em casa com ela, tenho certeza de que não ensinaria, o ritmo dentro da escola é outro e o contato dela com outras crianças a ajuda a crescer e se desenvolver mais. 
* somos pais que não pensamos duas vezes em faltar no serviço ou no escritório para cuidar dela quando está doente. O resto a gente resolve depois... 
* somos pais que dão bronca, colocam na cadeirinha do pensamento, que falam alto... e que já deram uns tapinhas no bumbum... coisa que estamos evitando ao máximo, para que ela aprenda a nos respeitar por meio da conversa e não da agressão e tem funcionado. 

Agora não somos pais que:
* se preocupam com o que os outros vão pensar... se somos bravos, se falamos muito firme com ela, se preferimos não sair para não estressar demais ela depois de um dia cansativo. O que os outros pensam não nos diz respeito.
* que só comemos produtos orgânicos... hoje isso está tão na moda que os produtos são absurdamente caros e nem sempre tão bem cultivados (vide caso da bactéria da Europa). Então consumimos legumes e verduras cultivados da forma tradicional e lavamos muito bem tudo o que vai a nossa mesa.
* que se preocupam em usar roupas de marca... isso não leva ninguém a lugar nenhum. Amamos roupas bonitas e confortáveis, isso sim.
* não ficamos comparando nossa filha com o filho dos outros. Cada um é cada um, cada família sabe onde aperta seu calo e como educa seu filho... somente olhamos. 
* não falamos mais do filho dos outros, tudo o que falamos cai em nossa testa.... então melhor evitar.
* não apoiamos e nem incentivamos que ela use coisas inadequadas para sua idade, tipo esmaltes, maquiagens, roupas extravagantes. Criança tem que ser criança e ponto final.
* não deixamos ela assistir qualquer coisa na tv. Controlamos mesmo o que vê. Até os desenhos são selecionados antes... melhor evitar coisas inadequadas do que ter que ficar dando explicações sobre temas que não são próprios para sua faixa etária.
* eu, mais do que o papai, não sou mãe que tem necessidade de ficar em cima dela o tempo todo em que estamos juntas em casa. Há momentos em que ela precisa ficar sozinha, seja para aprender a brincar sem precisar da nossa orientação, seja para inventar suas brincadeiras... e mamãe também tem outras coisas para fazer, então não dá para ficar lá disponível o tempo todo e principalmente porque ela tem que aprender a nos buscar quando sentir necessidade e não aprender a ficar nos gritando sempre que precisar de algo... coisa que estou aprendendo no livro da Diane Levy. Já o papai tem mais dificuldade com isso, mas aos poucos ele vai se acostumando... até porque tem vezes que ele precisa desenhar  e não consegue porque acha que deve ficar com ela na sala vendo tv, mas ele pode fazer um pouco isso e desenhar um pouco...

Enfim, somos os melhores pais que podemos ser para nossa filha. E esperamos continuar sendo e procurando melhorar cada vez mais.

domingo, 4 de setembro de 2011

Final de semana

Mamãe até que não estava tão enferrujada como pensava. Consegui fazer as tarefas e enviar para a professora, que me elogiou e disse que eu não havia ficado parada por 2 anos e sim me dedicando a minha filha e me aprofundando nas questões da Educação Infantil... fiquei bem feliz ao ler isso, pois tem muita gente que não pensa assim, acha que porque a gente parou um tempo de estudar, vai ficar parada para sempre e que vai perder a mão... e vi que não perdi não. Ontem pela manhã tivemos um encontro on line e foi super proveitoso o bate papo. Trocamos muitas idéias e a professora disse que gostou muito do que eu escrevi, clara e diretamente. Porque é assim que eu costumo ser, não sou de ficar usando palavras difíceis, citando esse ou aquele autor, mas sei bem o que cada um fala. Acho que não vai me levar a lugar nenhum saber o nome dos caras mas não saber aplicar o que eles ensinam. E uso isso em toda minha vida, em todos os sentidos!!!!
Depois da manhã no bate papo, fomos para a chácara dos meus pais comer um sukiaki feito pela vovó. E Gaby se divertiu horrores com os filhotinhos da chárara. Até queria ter um filhotinho por aqui, mas dá uma preguiça e ainda tenho que pensar que tenho um baita rotweiller por aqui que com uma mini bocada ia engolir o pobre coitado do filhote e uma cocker mega ciumenta que não daria conta de mais uma concorrência, e ainda tem o maridão que não é muito fã dos dogs e só cuida por minha causa, então melhor deixar eles lá e a gente brinca com eles quando estiver na chácara.E também aproveitamos para comer algumas amoras, mas ainda não estão tão gostosas, falta cair muita chuva para deixá-las bem docinhas.... logo, logo.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Complementando o post anterior. Não posso esquecer que agora ela deu para me chamar de mamãe Sylvia ou mamãe Syl... isso quando não solta um Syl... só porque escuta os outros me chamando assim, acha que também pode.
E como ela anda na onda da Dora e do Diego, agora quando falo para ela vamos, ela logo solta lets go!!! E vive colocando a mão para cima e gritando Activate.... que é da mochila do Diego. Aguenta essa poliglota meu Deus...rsrsrsrs

2 anos e 3 meses

Afff... estou uma mãe muito relapsa. Até esqueci de escrever um post ontem falando sobre o mesversário da pequena. Mas também são tantas coisas acontecendo, semana começando com ela dodói, que até passou meio batido. Mas hoje quando fui olhar as atualizações dos blogs, vi o blog da Nine e como a menina dela completa mesversário dia 1º também, resolvi fazer um post atrasado, mas contando tudo sobre como está o desenvolvimento da Gaby. Acho importante pra gente saber certinho lá no futuro como foi o desenvolvimento dela e não ficar com nenhuma informação perdida. Então vamos lá:
  • ela adora assistir desenhos. E isso vale para qualquer um. Claro que tem os seus preferidos, mas agora a lista é grande e não se resume mais ao Rei Leão. Ela ama o Go Diego Go, Dora Aventureira, Super Fofos, A casa do Mickey, Team Umizomi, Backyardigans, entre outros que fugiram agora da minha cabeça.
  • dos desenhos mais longos, ela ainda ama o Rei Leão e suas continuações, mas gosta de ver a Bela e a Fera, Enrolados, Os três porquinhos.
  • E por falar em porquinhos, ela tem adoração pelos lobos. Isso mesmo, minha filha não é muito ligada a princesas e fadas, o negócio dela é desenho com lobos, ela sabe todos!!! Não sei porque né, será porque mamãe adora um filminho de terror com lobos? rsrsrs
  • Como falei ela não é muito chegada em princesas melosas, curte mais os desenhos com ação. A princesa preferida dela é a Fiona... a Branca de Neve tem vez por aqui,mas acho que mais pela imagem da personagem da Disney do que pelo desenho em si. E a Bela é recordista de preferência....
  • Adora dançar e qualquer música que seja. Consegue identificar as músicas que ouve na novela assim que ouve no rádio. E o pior é que sabe falar até de qual personagem ela é!!!!
  • E também é chegada numa musiquinha americana. Nós ouvimos de tudo com ela, não sou daquelas mães que acham que só porque é criança só pode ouvir música de criança. Não, aqui em casa ouvimos de tudo, até porque ela vai viver no mundo real e não num mundo idealizado e perfeito, e no mundo real toca de tudo nas rádios....rsrsrs. Claro que damos uma selecionada, nada de funk e coisas do tipo. Mas ela curte uma batida animada... e ama a música da Britney Spears (que no refrão fica falando ooooooo)
  • Entrou numa onda de contar tudo o que vê. Ainda que seja fora de ordem, percebo que ela tem noção do que são os números e para que eles servem.
  • na escola estão aprendendo o alfabeto com músicas e ela já guardou algumas letras e repete certinho pra gente. E sabe quais as letras do papai, mamãe, Gaby, vovó Alice e vovô Jura e do vovô Edivaldo também. Tudo isso sem que a gente ou a escola force, é do interesse dela mesma.
  • Adora cantar suas musiquinhas e o repertório está enorme. Cresce a cada dia mais... uma graça. Marcha soldado, atirei o pau no gato, a dona aranha, toc toc toc (música que fala de Jesus), o sapo não lava o pé, entre outras muitas não saem de sua boquinha.
  • Na hora de brincar ela ainda varia muito o gosto. Adora brincar com seus equipamentos de limpeza e sai ajudando a moça que trabalha aqui...rsrsr. Adora suas bonecas e bichinhos. Fica um bom tempo com os monta-monta, mas o que ela gosta mesmo é de ficar com seus livros... isso ela faz por um bom tempo. E brinca na sua cozinha, preparando comidinhas gostosas pra gente.
  • Fala literalmente de tudo e com perfeição. Sabe conjugar os verbos certinho e usa os generos corretamente. Conta tudo o que faz na escola, o que comeu, o que fez de atividade e quando as atividades chegam no final do mês ela ainda sabe nos explicar o que foi feito em cada uma, sinal de que a escola e as professoras são boas e ela é uma aluna que presta atenção (orgulho!!!!!)
  • Adora usar vestidos!!! Mas como aqui faz muito frio nessa época do ano, quando coloco um casaco mais comprido ela se acha... adora ficar rodando com os vestidos pela casa.
  • Graças a Deus não me dá trabalho para comer. Come de tudo praticamente. Mas muito disso se deve ao trabalho de papai e mamãe para mudar a nossa alimentação e dar exemplo a ela para que possa comer de tudo. Ela ama legumes, verduras e frutas. Claro que damos alguns doces a ela, mas sempre em pequena quantidades. Refrigerante ainda conseguimos enrolá-la dizendo ser remédio para dor de cabeça (vamos por céu sim viu....mentindo deslavadamente para nossa filha), ela se conforma e nem questiona e toma seu suco numa boa.
  • Adora ir em restarurante e fica quietinha comendo. Costumo levá-la junto para escolher o que vai comer e ela se diverte com isso. Conversa com os garçons e fica super de boa.
  • Adora ficar brincando no jardim, cuidando das florzinhas, arrancando mato, regando, colhendo os tomatinhos que plantamos ou simplesmente pegando as pedrinhas e colocando dentro do seu regador.
  • É super carinhosa. Adora ficar passando a mão em nosso cabelo, no nosso rosto, dar beijos, abraçar. Uma delícia.
  • Tem paciência para passear em lojas comigo ou ir ao shopping e não costuma dar piti. E olha que ela nem nunca foi brincar nos brinquedos que tem no shopping, imagina quando entender isso? Vamos ter que levá-la sempre.
  • Tem uma memória excelente. Lembra de lugares, coisas e pessoas, mesmo que tenha visto somente uma vez. Sabe o nome de praticamente todas as pessoas de nossa família. Adora conversar com eles por telefone ou no computador.
  • E por falar em computador, ela adora ficar mexendo no meu. Sabe brincar em um site que eu achei para crianças, gosta de ficar mexendo no teclado e de conversar pela net....
  • Adora nossos cachorros. Se diverte correndo com a Vida, jogando bolinhas para ela ou simplesmente fazendo carinho nela.
  • Sua piscina de bolinhas e a motoca agora praticamente moram em nossa garagem e ela adora ficar lá brincando com elas. Está quase aprendendo a pedalar... super fofa!
  • Adora tratar do seu peixinho, o Red. Sempre me lembra de colocar comida para ela (ainda bem... senão ele já teria morrido de fome!!!)
  • Já é malandra desde pequena. Quando quer alguma coisa ou aprontou alguma vem chamando a gente de mamãezita e papaizito... ou segura meu rosto e fala que eu estou linda!!! Isso ela aprendeu com o papai...rsrsrsr para aliviar a barra dela.
  • Já não faz tanto drama na hora de guardar os brinquedos, guarda direitinho sem muito drama, só quando está meio chatinha ou com sono, que a coisa desanda, mas aí vamos ajudando e ela acaba guardando tudo sozinha.
  • Adora me ajudar na cozinha e eu deixo. Fazemos sucos divertidos (com várias coisas juntas), gelatina, bolo e biscoito. Acho legal ela se interessar por isso e incentivo mesmo.
  • Adora brincar com a massinha e nessa papai e mamãe tem que participar... bolinha de sabão também foi febre por aqui, mas acabei guardando por conta do frio e porque ela achava graça em ficar derrubando a água para pisar... ela já aprendeu a soprar para sairem as bolinhas, mas quer soprar e correr atrás, aí não consegue. Mas quando esquentar de novo, voltaremos a brincar com elas. 
Ufa... acho que no momento o que me lembro das peripécias dela é isso. Se lembrar de mais coisas eu volto e escrevo novamente. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cada coisa em seu lugar

Ando numa fase de querer organizar tudo e tem horas que até me sinto no programa Cada coisa em seu lugar, claro que nossa casa não tem aquela loucura de coisas espalhadas por todos os comodos como aparece nas casas do programa, mas a organização que é feita em todos os comodos isso estou querendo copiar.
Comecei pela minha sala, que como já falei é usada como ateliê das minhas decoupagens, meus scrapbookings, lugar onde guardo meus materiais escolares e sala de yoga. Comecei limpando os armários, tirando tudo que não uso mais, revistas que já foram lidas e que nunca mais coloquei a mão, livros de séries que não trabalho mais e não vou voltar a trabalhar, livros repetidos, enfim, tudo o que for demais no momento eu separei para doação. Consegui tirar 3 caixas lotadas de coisas e o Bruno já levou para a escola em que trabalho, pois lá todas as professoras poderão consultar os materiais.
Depois comecei a organizar meus livros infantis, que por enquanto ainda não dá para a Gaby ler, então vão ficar nessa sala mesmo. Arrumei eles todos por tamanho. Separei todos os materiais das pós que eu já fiz e o que ainda dá para ser usado, ficou guardadinho e arrumadinho. O que sei que consigo encontrar na net, separei para reciclagem. 
Com  isso tudo consegui transferir todas as coisas que ocupavam 4 estantes para duas. E ainda nem cheguei nos meus materiais de artes.... ia começar a mexer agora a tarde antes de ir para a escola, mas na primeira caixa que fui transferir de estante a surpresa: as estantes tem tamanho diferente... então vou precisar da ajuda do maridão para tirar as duas estantes que já estão praticamente vazias e transferir as outras para o lugar... aí so fim de semana mesmo. Mas só o que já consegui fazer já me deu uma aliviada na alma...
O grande problema é que quando me casei simplesmente peguei tudo o que eu tinha na casa da minha mãe e trouxe para cá. Não selecionei nada antes, não joguei nada fora. E com o tempo ainda fui conseguindo encontrar todos os livros didáticos que eu tenho em formato digital e eles começaram a perder o uso para mim, resumindo fui ficando com  uma montanha de tralhas, paradas só acumulando poeira. E agora me deu a louca de querer arrumar tudo.
Depois que eu conseguir organizar legal o meu cantinho, vou começar a arrumar outras partes da casa. Tenho muita coisa parada, que nunca usei e acho que não vou usar, então melhor destinar a doação, pois assim ajudaremos quem precisa e teremos uma casa mais funcional.