Não é novidade para ninguém que aqui em casa estimulamos desde cedo a leitura para a Gaby. Sempre compramos livros para ela, suas madrinhas sempre dão e ela adora ficar "lendo" gibis.
Mas de um tempo para cá, temos percebido que ela já tem alguns comportamentos de leitora. Ela senta, abre o livro ou gibi e na maior seriedade começa: "era uma vez"... e vai contando o que está vendo nos desenhos. E se for uma história conhecida, ela vai contando mesmo.
Com certeza, esse contato que ela tem com os livros desde cedo será muito importante quando ela for alfabetizada. Ela já tem noção de que livros são importantes, servem para trazer informações e sempre nos pede para ler para ela. Algumas vezes pega até meus livros e fala que está lendo e mesmo se eu digo que não tem desenhos ela fala que vai ler e fica um bom tempo passando as páginas e olhando super concentrada para ele.
Como ela adora ouvir histórias, comecei a trazer meus livros da escola, os que já contei para meus alunos, para contar para ela. É que aqui em casa tem uma eternidade de livros, mas são para crianças de 6 anos ou mais, os que servem para crianças menores estavam todos na escola. E agora que já li a maioria vou trazendo aos poucos e contando a ela. E tem sido uma farra. Pois ela não se prende somente aos contos de fadas, adora uma história com animais, crianças e sons variados.
Fora as leituras, estou treinando a contação de histórias com ela. Contar sem ler, coisa que eu sempre tive dificuldade. E também vou começar a contar com dedoches, tenho vários, lindos de viver, mas não uso para contar para meus alunos, porque acabo ficando com vergonha e me perco nas histórias, mas sei que agora treinando com a pequena, conseguirei contar na escola também.
Essa semana irei ler para ela:
E por falar em leitura, para quem ainda não viu o Itaú continua com seu programa de incentivo a leitura. Basta se cadastrar no site para receber em alguns dias a coleção de livros. E desta vez escrita pelo Ziraldo!!!
Os livros realmente chegam em nossa casa, basta ter um pouco de paciência.
Para se cadastrar é só clicar aqui http://www.itau.com.br/itaucrianca/
E ainda sobre o tema leitura, é complicado a gente se decidir sobre quais livros são bons e para qual idade servem, mas aqui no site da Nova Escola, tem uma lista completa com os livros indicados para cada idade e por meses, que acredito ter sido criada desta forma para facilitar as compras para os pais ou para mostrar que não fica caro montar uma biblioteca básica, comprando um exemplar por mês. Que estão os indicados para crianças de 2 anos:

O autor brinca de forma simples com as palavras envolvendo as crianças no jogo de rimas. Apresenta alguns poemas sobre universos familiares às crianças, como o mar, o brejo, os palhaços, entre outros. Conta do “bate-papo do sapo com a rã”, do “zumbido da abelha” e do vagalume que parece um diamante.

A leitura de poemas é muito recomendada, pois a estrutura em rimas favorece a memorização das crianças que se envolvem com o texto. Os poemas apresentam animais da fauna brasileira: a andorinha, o zabelê, o quero-quero, o tiziu e outros. São descritas suas principais características, como canto, plumagem, forma de construir o ninho, etc.

A partir de animais curiosos como o pirilampo e o porco-espinho e de objetos como um estranhíssimo pente que ‘tinha pesadelo toda vez que sonhava com cabelo’, o autor brinca com as palavras. Os poemas fascinam as crianças que rapidamente os memorizam e se interessam ainda mais pela leitura.

Este livro apresenta alguns clássicos como “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “Cachinhos Dourados”. O contato com diferentes versões de uma história já conhecida pelas crianças é muito recomendado, pois podem fazer reflexões, observar semelhanças e particularidades de cada um dos contos conhecidos.

Uma senhora de roupas multicoloridas, botinhas e chapéu pontudo passeia pelo céu, transportada por um ganso. Ela é Mamãe Gansa, uma das mais tradicionais figuras das rimas infantis que compõem o cancioneiro popular. Seus versos divertidos e personagens eternos vêm deliciando as crianças há gerações.

A partir da brincadeira não confunda isso com aquilo, a autora propõe várias confusões baseadas na semelhança de sons das palavras. Os curtos e hilários textos vêm acompanhados de imagens que tornam ainda mais acessíveis às crianças pequenas o jogo proposto pela autora. Rapidamente a brincadeira é incorporada e pode ser estendida a outros objetos do universo familiar.

O sapo é um divertido animal de boca muito grande, tão guloso que vive perguntando aos bichos o que gostam de comer. Gordão, pula de página em página comendo moscas e jogando conversa fora até que… Além da divertida narrativa, o livro tem dobraduras-surpresa que fascinam os pequenos leitores.

Este livro contém as tradicionais cantigas, parlendas e adivinhas. A ideia é manter a tradição, de geração em geração, ouvindo, lendo e cantando juntos. Ajuda muito na alfabetização.

Estrelando Maneco Caneco Chapéu de Funil, nesta façanha, acompanhado do Leitão Leitor. Eles se deparam com o bule de café. Mas onde está o café? Maneco Caneco e seu mascote vão descobrir qual é o caminho feito pelo café, desde que é plantado até chegar ao bule.

Era uma casa sonolenta onde todos viviam dormindo: avó, menino, cachorro, gato e rato… Até a chegada da pulga. O livro é uma referência de como texto e ilustração podem fazer uma ótima parceria. Os tons das páginas vão dando indícios que o dia está amanhecendo e à medida que a noite avança, muitas emoções acontecem no quarto de dormir.

O livro aborda, sem timidez, esse tema que tanto diverte as crianças. Uma pequena toupeira está atrás de quem fez cocô em sua cabeça. A história desperta muitas reações, desde calorosas risadas até espanto e nojo do que a toupeira encontra nesta busca.

A história parte da brincadeira que “há muito, muito tempo, todos os porcos tinham narizes compridos, pontudos e rosadinhos”. Um simpático e narigudo porco passeia pela floresta e verifica que outros animais são narigudos, mas não tanto como ele. Com dobraduras surpresas, as crianças podem ver ampliados os narizes que o porco cruza em seu caminho.
Janeiro
Bem-te-vi e outras poesias, de Lalau
O autor brinca de forma simples com as palavras envolvendo as crianças no jogo de rimas. Apresenta alguns poemas sobre universos familiares às crianças, como o mar, o brejo, os palhaços, entre outros. Conta do “bate-papo do sapo com a rã”, do “zumbido da abelha” e do vagalume que parece um diamante.
Fevereiro
Fora da gaiola, de LalauA leitura de poemas é muito recomendada, pois a estrutura em rimas favorece a memorização das crianças que se envolvem com o texto. Os poemas apresentam animais da fauna brasileira: a andorinha, o zabelê, o quero-quero, o tiziu e outros. São descritas suas principais características, como canto, plumagem, forma de construir o ninho, etc.
Março
Girassóis, de LalauA partir de animais curiosos como o pirilampo e o porco-espinho e de objetos como um estranhíssimo pente que ‘tinha pesadelo toda vez que sonhava com cabelo’, o autor brinca com as palavras. Os poemas fascinam as crianças que rapidamente os memorizam e se interessam ainda mais pela leitura.
Abril
Livro de Histórias, de Georgie AdamsEste livro apresenta alguns clássicos como “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “Cachinhos Dourados”. O contato com diferentes versões de uma história já conhecida pelas crianças é muito recomendado, pois podem fazer reflexões, observar semelhanças e particularidades de cada um dos contos conhecidos.
Maio
Mamãe Gansa, de José Paulo PaesUma senhora de roupas multicoloridas, botinhas e chapéu pontudo passeia pelo céu, transportada por um ganso. Ela é Mamãe Gansa, uma das mais tradicionais figuras das rimas infantis que compõem o cancioneiro popular. Seus versos divertidos e personagens eternos vêm deliciando as crianças há gerações.
Junho
Não Confunda, de Eva FurnariA partir da brincadeira não confunda isso com aquilo, a autora propõe várias confusões baseadas na semelhança de sons das palavras. Os curtos e hilários textos vêm acompanhados de imagens que tornam ainda mais acessíveis às crianças pequenas o jogo proposto pela autora. Rapidamente a brincadeira é incorporada e pode ser estendida a outros objetos do universo familiar.
Julho
Sapo Borracão, de Keith Faulkner (e outros dessa coleção)O sapo é um divertido animal de boca muito grande, tão guloso que vive perguntando aos bichos o que gostam de comer. Gordão, pula de página em página comendo moscas e jogando conversa fora até que… Além da divertida narrativa, o livro tem dobraduras-surpresa que fascinam os pequenos leitores.
Agosto
Quem canta seus males espanta, de Theodora de AlmeidaEste livro contém as tradicionais cantigas, parlendas e adivinhas. A ideia é manter a tradição, de geração em geração, ouvindo, lendo e cantando juntos. Ajuda muito na alfabetização.
Setembro
Bule de Café, de Luis CamargoEstrelando Maneco Caneco Chapéu de Funil, nesta façanha, acompanhado do Leitão Leitor. Eles se deparam com o bule de café. Mas onde está o café? Maneco Caneco e seu mascote vão descobrir qual é o caminho feito pelo café, desde que é plantado até chegar ao bule.
Outubro
A Casa Sonolenta, de Audrey WoodEra uma casa sonolenta onde todos viviam dormindo: avó, menino, cachorro, gato e rato… Até a chegada da pulga. O livro é uma referência de como texto e ilustração podem fazer uma ótima parceria. Os tons das páginas vão dando indícios que o dia está amanhecendo e à medida que a noite avança, muitas emoções acontecem no quarto de dormir.
Novembro
Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela, de Werner Holzwarth e Wolf ErlbruchO livro aborda, sem timidez, esse tema que tanto diverte as crianças. Uma pequena toupeira está atrás de quem fez cocô em sua cabeça. A história desperta muitas reações, desde calorosas risadas até espanto e nojo do que a toupeira encontra nesta busca.
Dezembro
O porco narigudo, de Keith FaulknerA história parte da brincadeira que “há muito, muito tempo, todos os porcos tinham narizes compridos, pontudos e rosadinhos”. Um simpático e narigudo porco passeia pela floresta e verifica que outros animais são narigudos, mas não tanto como ele. Com dobraduras surpresas, as crianças podem ver ampliados os narizes que o porco cruza em seu caminho.
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